sexta-feira, 7 de março de 2014

EU DISSE: QUERO VER COMO SERÁ DORAVANTE (PÓS MENSALÃO DO PT). ESTOU COMO A MINHA CAVEIRINHA DA FOTO AÍ AO LADO!!!

http://tijolaco.com.br/blog/?p=15080

Marcos Valério é condenado por evasão e lavagem de dinheiro no mensalão tucano. E para os tucanos, nada…

7 de março de 2014 | 20:55 Autor: Fernando Brito
azeredo
O publicitário Marcos Valério de Souza e sócios sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz  foram condenados  por promover a saída clandestina de recursos financeiros do País e por “esquentarem” dinheiro  para “uma estrutura organizada para favorecer a chapa composta por Eduardo Azeredo e Clésio Andrade na campanha ao pleito de Governador do Estado de Minas Gerais no ano de 1998, por meio do desvio de verbas públicas e obtenção de recursos privados, em cuja implementação eram peça-chave as empresas DNA Propaganda Ltda, SMP&B Comunicação Ltda e seus sócios”.
Mas o principal beneficiário do esquema, Eduardo Azeredo – definido como “um homem de bem” pelo candidato tucano Aécio Neves – ainda alimenta a esperança de ser beneficiado pela prescrição da pena, principal motivo de sua renúncia ao mandato de deputado federal.
Ele depende do relatório do Ministro Luiz Roberto Barroso para escapar, pois a devolução do inquérito à primeira instância reabrirá todo um caminho de protelação que pode levar à caducidade da pena e, portanto, á extinção da ação penal.
Vai ser interessante observar o comportamento dos ínclitos ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa neste caso.
Talvez, até, acompanhem o relator.
Azeredo está morto, e o melhor é que o enterrem logo.
Antes que ele se meta a besta, querendo levar alguém com ele.

A REDE GLOBO (O JORNAL INCLUSIVE) É ADORADA POR RICOS E TOLOS!!! ENTRE OUTRAS COISAS, PELA DEFESA DE POSIÇÕES COMO ESSA AÍ EMBAIXO:

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/03/o-globo-prega-arrocho-dos-salarios.html

O Globo prega arrocho dos salários

Por Altamiro Borges

Em pleno Carnaval, nesta terça-feira (4), o jornal O Globo publicou um editorial que mereceria a dura repulsa do sindicalismo brasileiro. Sem meias palavras, o diário patronal prega abertamente a volta política de arrocho praticada durante o triste reinado de FHC. Com o título “Desindexação urgente”, ele critica o acordo firmado entre o ex-presidente Lula e as centrais sindicais de valorização do salário mínimo e afirma, na maior caradura, que esta política pode resultar na explosão da inflação no país. E o velho fantasma inflacionário usado para atacar o rendimento dos trabalhadores, garantir os lucros exorbitantes dos empresários, facilitar o rentismo dos especuladores financeiros e – de quebra – ajudar o discurso oposicionista contra o governo Dilma Rousseff.

Segundo o jornal, a atual política de valorização do salário mínimo – que garante a reposição da inflação, mais ganho real equivalente à variação do PIB de dois anos antes – foi “fixada por decreto presidencial” e “é passível de injunções políticas”. Duas mentiras descaradas. Esta política foi fruto de um acordo com as centrais sindicais, que representam muito mais a sociedade do que a bilionária famiglia Marinho, e tem regras bem definidas, sem qualquer risco de “injunções políticas”. Com base nestas mentiras, O Globo até reconhece que a atual política “assegurou ganhos expressivos tanto para trabalhadores como para a grande maioria de aposentados e pensionistas da previdência social” e “tem impacto ainda sobre os salários que estão ligeiramente acima do piso”.

Mesmo assim, o jornal afirma que ela prejudica o Brasil. “Se por um lado tal regra de fato deu previsibilidade à política de valorização do mínimo, por outro instituiu um mecanismo de indexação que ignora a conjuntura. A variação do PIB de dois anos antes pode não ser compatível com a situação da economia no momento em que o ajuste é repassado ao salário mínimo”. Para o jornalão patronal, a atual política de valorização do salário mínimo “ignora as condições da economia”, “não tem relação com a produtividade do trabalho” e “tira competitividade das cadeias produtivas (pela elevação dos custos)”. Neste sentido, blefa O Globo, “em vez de se conseguir que haja um avanço da massa salarial, asfixia-se a galinha dos ovos de ouro”. O cinismo do diário é descomunal!

Com base nele, o jornal decreta: “Tal regra tem data para terminar: 2015. A indexação automática, e inflexível, não pode se perpetuar. Pela importância do salário mínimo no conjunto da economia brasileira, essa indexação se transformou em fonte de pressão sobre a inflação”. O Globo nada diz sobre o impacto positivo da política de valorização do salário mínimo, que aqueceu o mercado interno e evitou que a crise capitalista mundial fosse ainda mais destrutiva no Brasil. Nada fala sobre os milhões de brasileiros que finalmente tiveram acesso ao consumo nem sobre os milhões de empregos criados como resultado desta política. Se dependesse da famiglia Marinho, o Brasil não teria leis trabalhistas e nem assalariados – e voltaria à época da escravidão pura e simples!

É NESSA MÍDIA QUE VOCÊ ACREDITA? POIS SAIBA QUE O MESMO REINALDO QUE CRITICAVA PESADAMENTE, HOJE DEFENDE ATÉ A MORTE. QUEM? O BARBOSÃO!!!

http://www.blogdacidadania.com.br/2014/03/reinaldo-azevedo-ataca-negros-para-defender-joaquim-barbosa/

Reinaldo Azevedo ataca negros para defender Joaquim Barbosa (?!)

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Concordo plenamente com o colunista da Folha de São Paulo e blogueiro da revista Veja, Reinaldo Azevedo, no que disse sobre a “discriminação racial” no texto “Barbosa no tronco”, publicado no jornal da família Frias (7/3): “A discriminação racial assume muitas faces”.
O colunista e blogueiro que vem encantando a grande (porcaria de) imprensa que temos no Brasil tem razão, o racismo tem mesmo muitas faces, mas ele só citou três enquanto produzia, naquele mesmo texto, uma quarta.
Autor de um dos termos mais estúpidos e discriminatórios de que se tem notícia, o termo “petralha” – que reduz um partido com mais de um milhão de filiados a uma gigantesca quadrilha –, esse bibelô do neofascismo atribui “racismo” aos que criticam Joaquim Barbosa por seu destempero e autoritarismo, os quais esse mesmo pateta cansou de apontar em seu blog.
A tese de Azevedo é a de que os “petralhas” seriam “racistas” porque cobram do ministro que, por ser negro, deveria ter absolvido os petistas condenados no julgamento do mensalão, pois o PT pretende ser o partido que defende a causa dos negros.
Ironicamente, antes de Barbosa prestar o grande serviço que prestou à direita ao condenar sem provas os réus petistas do julgamento do mensalão – intimidando alguns de seus pares para que acompanhassem seu voto –, Azevedo via no presidente do Supremo truculência, autoritarismo, despreparo e, o que é pior, desapreço pelo trabalho – este, um chavão racista sobre “indolência” dos negros.
Alguns dos textos que aquele que a ombudsman da Folha bem qualificou como rottweiler publicou em seu blog antes do segundo semestre de 2012, quando Barbosa passou de demônio a anjo na mídia, revelam que o feroz articulista concorda com as críticas que o ministro vem sofrendo, mas como não podia concordar publicamente encontrou uma saída: acusar esses críticos de “racismo”.
Confira abaixo, leitor, alguns exemplos do que Azevedo já publicou sobre Barbosa em seu Blog.
Em 22 de abril de 2009 Azevedo escreveu que “Joaquim Barbosa desmoralizou o Supremo” por ter brigado com o então presidente do STF, Gilmar Mendes, no plenário daquela Corte.
Em 22 de abril de 2009 Azevedo escreveu de novo (no mesmo dia) sobre Barbosa. O título “Elogios à atuação de barbosa aqui??? Nem pensar!!!”. O texto avisava que não seriam aceitos comentários de leitores que divergissem da opinião do autor do blog sobre o ministro.
Em 9 de setembro de 2009 Azevedo escreveu “A arrogância de Barbosa é espantosa”, por ele ter votado contra extradição de Cesare Battisti.
Em 9 de agosto de 2010 Azevedo escreveu “Ou Joaquim Barbosa volta ao trabalho ou tem de se despedir”, insinuando que a alegação do ministro de que tinha que se afastar do STF por problemas na coluna era desculpa para a própria indolência.
São só alguns exemplos de que Azevedo cometeu ele mesmo o “crime de opinião” que imputa aos que se decepcionaram com Barbosa por ter pisoteado o Direito, premissa com a qual incontáveis juristas e advogados vem concordando após o que o ministro fez no julgamento do mensalão.
O mais engraçado, porém, não é Azevedo ter mudado de opinião sobre Barbosa tanto quanto os que se decepcionaram com a sua atuação no julgamento do mensalão. O mais engraçado é que o “rottweiler” da Folha ataca movimentos negros que, segundo ele, em “maioria” estariam “pendurados” em “prebendas estatais”.
Azevedo quer que os movimentos negros condenem o ex-deputado João Paulo Cunha por ter comentado que Barbosa foi indicado por Lula para o Supremo porque o ex-presidente queria que, após mais de um século de vida Republicana, o Brasil tivesse o primeiro negro em sua Suprema Corte de Justiça.
O petista condenado por Barbosa, porém, não praticou racismo nenhum, razão pela qual os movimentos negros não o criticaram – e não deixariam de criticar se tivessem visto racismo em tal afirmação.
Cunha apenas disse o que todos sabem, que Lula, ao indicar Barbosa, não se ateve a critérios técnicos, mas políticos: queria indicar um negro para o STF e não tinha muitas opções porque a iniquidade “racial” brasileira impede que muitos negros atinjam o de fato admirável grau de cultura do hoje presidente do STF.
Racismo é ressaltar o fato de que os movimentos negros recebem colaboração financeira do Estado para subsistirem. Os movimentos negros, antes de tudo, são movimentos de pobres, pois a pobreza, neste país, tem cor. Tragicamente. Por isso precisam do Estado.
Os movimentos negros deveriam protestar contra a acusação de que se calam diante de ato racista porque o autor desse ato pertence ao partido do governo. Isso é racismo contra os que lutam para que existam mais negros em condições de chegar aonde Barbosa chegou.

ESTE AQUI, O INQUÉRITO 2474, FOI ESCONDIDO A TÍTULO DE =SEGREDO DE JUSTIÇA= PELO JOAQUINZÃO POIS SENÃO, NEM SEQUER EXISTIRIA O =MENTIRÃO=! LEIA E VEJA COMO VOCÊ FOI ENGANADO PELOS ÍNCLITOS =MINISTROS=!!!!

http://www.ocafezinho.com/2014/03/06/a-mistificacao-do-inquerito-2474/

Conclusões finais sobre o Inquérito 2474

Neste post, espero terminar a análise do Inquérito 2474. Desde que iniciei uma série de análises sobre o relatório do delegado Zampronha sobre o caso, já escrevi vários posts sobre o documento. Ao fim do post, dou o link para os posts anteriores. Desta vez, faço uma análise das partes 6,7 e 8.
*
Em abril de 2011, a revista Época publicou uma reportagem bombástica, assinada pelo diligente Diego Escosteguy, e com auxílio de Mariana Sanchez. Ambos, Diego e Mariana, tinham sido agraciados, um ano antes, pelos Institutos Millenium e Ling, com uma bolsa para fazerem cursos de pós-graduação em universidades norte-americanas. A bolsa, chamada “Jornalista de Visão”, conta com patrocínio da Braskem e do Escritório Gouvea Vieira.
Cito as empresas não porque tenha, necessariamente, qualquer suspeita sobre elas, mas porque, após desmantelar a Ação Penal 470, iremos atrás dos patrocinadores da farsa, e por isso precisamos estar atentos a todas as pontas soltas do processo.
ScreenHunter_3434 Mar. 06 03.02
A reportagem se baseia exclusivamente no relatório do delegado Zampronha do Inquérito 2474, mas estranhamente não dá essa informação ao leitor. O documento é apresentado como “relatório final da Polícia Federal sobre o caso mensalão”. Mas não divulga a íntegra do documento.
Primeira contradição: Joaquim Barbosa, ao defender o sigilo do Inquérito 2474, não disse que ele não tinha nada a ver com a Ação Penal 470? Então como é que a reportagem da Época afirma que se trata do “relatório final do mensalão”?
Recortei o trecho do vídeo onde Joaquim Barbosa, ao defender a manutenção do sigilo do Inquérito 2474, acaba soltando uma informação importante: “o procurador pediu…”
Talvez o som do vídeo não esteja bom, então reproduzo abaixo o que Barbosa disse, textualmente, segundo consta nos arquivos do próprio STF:
ScreenHunter_3436 Mar. 06 03.31
Observe bem o que diz Barbosa. “Nesse inquérito paralelo, não tem nada (…) não tem nada relativo a este aqui”. 
Ora, com toda vênia, a afirmação é completamente absurda. Me desculpem se eu fico repetitivo, mas o relatório do Zampronha para o Inquérito 2474 é apresentado pela Época como “relatório final do mensalão”. E se o lermos, ele só fala de mensalão, cita a Ação Penal 470, investiga a fundo as movimentações de Marcos Valério, Delúbio Soares, Daniel Dantas…
Deixemos Barbosa para lá. Está claro que ele mentiu deliberadamente para prejudicar os réus, e que havia um acordo obscuro com o procurador-geral, que “pediu que se interrompesse, naquele momento, o fluxo de informações”.
Vamos ao relatório do Zampronha. Ao inquérito 2474.  Mas vamos abordá-lo a partir da reportagem da Época.
A matéria da revista pertencente às Organizações Globo faz uma completa mistificação do relatório. O texto é cheio de adjetivos. Ele já começa com uma conclusão definitiva:

segunda-feira, 3 de março de 2014

MENSALÃO: SE APÓS LER, AINDA ASSIM, VOCÊ ACREDITAR QUE FOI FEITA JUSTIÇA, TENHA CERTEZA DE QUE EU NÃO VOU DESISTIR, POIS ESSE JULGAMENTO FOI SIM, UM VERDADEIRO JUSTIÇAMENTO!!!

http://tijolaco.com.br/blog/?p=14884

Joaquim Barbosa “detonou” sua própria obra. Legitimidade do julgamento do “mensalão” é contestada

3 de março de 2014 | 15:07 Autor: Fernando Brito
barbosa5
É extremamente importante o artigo de Ricardo Mello, hoje, na Folha.
Talvez não gere repercussão imediata, por estarmos em meio ao carnaval.
Mas com este e com outros que, podem escrever, virão, porque a atitude de Joaquim Barbosa admitindo que manipulou a fixação da pena para evitar a prescrição da acusação por formação de quadrilha e para evitar o regime semi-aberto de José Dirceu jogou por terra qualquer credibilidade que ainda pudesse resistir sobre o comportamento do, então, relator da Ação Penal 470, o chamado “mensalão”.
Diz Mello que “a admissão, pelo presidente do STF, de que penas foram aumentadas artificialmente em prejuízo dos réus fez transbordar o copo de irregularidades” do julgamento.  E as desfia: “ a obrigatoriedade de foro privilegiado para acusados com direito a percorrer várias instâncias da Justiça; a adoção do princípio de que todos são culpados até prova em contrário, cerne da teoria do”domínio do fato”o fatiamento de sentenças conforme conveniências da relatoria. E, talvez a mais espantosa das ilegalidades, a ocultação deliberada de investigações.”
O que foi ocultado? “O inquérito 2474, conduzido paralelamente à investigação que originou a AP 470″.
Melo transcreve o despacho de Barbosa naquela investigação, que desmembrou do inquérito do mensalão e sobre a qual decretou segredo de Justiça.
“Razões de ordem prática demonstram que a manutenção, nos presente autos, das diligências relativas à continuidade das investigações [...], em relação aos fatos não constantes da denúncia oferecida, pode gerar confusão e ser prejudicial ao regular desenvolvimento das investigações.”.
Fatos “não constantes na denúncia oferecida”  são os pagamentos feitos pelo Banco do Brasil à conta da  Visanet , exatamente o que serviu de base para afirmar-se que houve dinheiro de origem ilícita a abastecer os pagamentos feitos a políticos.
Essa é um mácula juridicamente indelével no processo e que, amanhã, como está na lei, será fundamento para que os condenados apelem, como prescreve o desde 1941, o artigo 621 do Código Penal, para quando:
I - quando a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos;
II - quando a sentença condenatória se fundar em depoimentos, exames ou documentos comprovadamente falsos;
III - quando, após a sentença, se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuição especial da pena.
E Mello, com razão, diz que o caso transcende a eventual manipulação, por Barbosa, do andamento do processo, tal como já admitiu ter manipulado a fixação de pena.
Talvez por isso Joaquim Barbosa tenha feito, naquela “tarde triste” uma segunda confissão.
Quando falou numa “sanha reformadora” talvez esteja se referindo mesmo à reforma de decisões tomadas num ambiente de – é terrível a definição – ocultação judicial de provas.
“Quem está na berlinda é o STF como um todo: importa saber se o país possui uma instância jurídica com credibilidade para fazer valer suas decisões.”
Leia aqui, na íntegra, o artigo de Ricardo Mello.