segunda-feira, 4 de agosto de 2014

CUIDADO PARA NÃO MAREAR... E DEPOIS, É O LULA QUE BEBE!!!

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2014/08/01/entrevista-estadao-aecio-balanca-mas-nao-cai-e-tem-gente-maldosa-acusando-o-de-estar-bebado/

Entrevista no Estadão; Aécio balança mas não cai e tem gente maldosa acusando-o de estar bêbado


Por Renato Rovai
O Estadão publicou o vídeo abaixo com destaque, mas já escondeu no site a pedido da assessoria do candidato tucano. A preocupação do comitê de Aécio é que pessoas mal-intencionadas confundissem o balançar de Aécio pra frente e pra trás e o acusassem de estar bêbado. Os assessores garantem que na ocasião havia uma forte ventania no local. E você pode conferir a veracidade da informação pelo balançar das folhas das árvores que estão atrás do candidato.
Aliás, a fala mole do candidato também tem a ver com o vento. O zunido alto atrapalhou a sua concentração, garantem os assessores.
Nesta história toda, uma coisa é certa, Aécio está com discurso afiadíssimo e na ponta da língua. Balançando ou não ele taca o pau no PT e na Dilma. E continua explicando o caso do aeroporto de Cláudio com a mesma cara de pau de sempre.
Assista ao vídeo e confira o desempenho do candidato:

EU TENHO CERTEZA DE QUE ISSO CANSA! MAS, O QUE FAZER SE "ELLES" ESTÃO SEMPRE TOCANDO A MESMA MÚSICA NA "ORQUESTRAZINHA" "DELLES"?

http://jornalggn.com.br/noticia/veja-continua-inacreditavelmente-pautando-a-midia

Veja continua (inacreditavelmente) pautando a mídia

Nos anos 2.000, a Folha cometeu o maior erro estratégico da sua história moderna, indo a reboque da revista Veja. Não apenas ela, mas os demais veículos.
Dias desses cruzei com o diretor de redação de uma grande publicação, ferozmente anti-governo. Sem que o provocasse, comentou comigo que Veja não faz jornalismo.
Ou seja, mesmo na frente-mídia montada em 2005, o jornalismo de Veja é motivo de vergonha, a maneira como ideologizam qualquer besteira, o fato de não ter a menor preocupação em se ater aos fatos.
Ou seja, o padrão Veja ajudou a desmoralizar o jornalismo como um todo, lançou ao descrédito todos os grupos de mídia. É só conferir o desafio gigantesco da  Folha para recuperar a imagem perdida, tendo que "explicar" aos leitores qual sua posição e qual a dos colunistas.
Aliás, a posição de um jornal não é o que sai nos editoriais (de baixa leitura) mas na cobertura diária.
A repercussão dada ao factoide da Veja desta semana - tratando como escândalo o suposto conhecimento prévio, pelos convocados da CPI da Petrobras, das perguntas que seriam formuladas, beira o ridículo. Escândalo é continuar se valendo de instrumentos de espionagem, mantendo o padrão que, na Inglaterra, levou jornalistas à prisão, e por aqui continua sendo totalmente tolerado.
Ontem um amigo me ligou dizendo que o Jornal Nacional dedicou quase dez minutos de cobertura. O efeito-manada faz com que Estadão e Folha vão atrás.
Não adianta. Mesmo com o Instituto Millenium, com o fórum da ANJ, com os consultores midiáticos, a mídia padece de uma ausência total de visão estratégica. Não tem o menor cuidado ao se misturar com a lama.

SE VOCÊ AINDA ACREDITA NA "ISENÇÃO" DA MÍDIA, DÊ UMA OLHADINHA NESSE SITE:

http://www.manchetometro.com.br/#sthash.1L1J3zZl.dpuf

JÁ FAZ ALGUM TEMPO QUE EU ESCREVI QUE O HORÁRIO ELEITORAL, QUE EU CONSIDERO UMA EXCRESCÊNCIA ABOMINÁVEL, MAS QUE EM TEMPOS DE IMPRENSA QUE TEM E TOMA PARTIDO É IMPRESCINDÍVEL, IRIA RECOLOCAR AS COISAS EM SEUS DEVIDOS LUGARES. ENTÃO, ESTE POST VEM A CALHAR, PARA MOSTRAR O DESESPERO QUE SE APOSSARÁ DELA, A IMPRENSA, DO JUDICIÁRIO, DO TCU E OUTROS TANTOS MENOS DEMOCRÁTICOS MEIOS DE TENTAR NÃO REELEGER A DILMA.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/08/04/pig-tem-14-dias-para-destruir-a-dilma/

PIG TEM 14 DIAS
PARA DESTRUIR A DILMA

Dia 19 começa o “direito de antena”, que o Ataulfo diz que não serve pra nada.
O PiG (*) tem pouco tempo para destruir a Dilma.
Foi um Governo inteiro na cadeira do dragão.
Clique aqui para ver o “manchetômetro”.
Diante da monumental inépcia da Oposição, o PiG tentou de tudo: anabolizou as manifestações e passou a mão na cabeça dos black blocs; anunciou o apagão, a dengue, e que não ia ter Copa.
No camarote do Itaúúú, tentou dar dimensão universal a um êxtase passageiro da elite branca (de São Paulo).
As notícias boas do Governo ficaram retidas atrás do muro que Israel construiu na Faixa de Gaza.
O apagão de água de São Paulo foi tratado como uma crise condominial.
O PiG inventou uma crise inexistente na compra de Pasadena.
Que o Brasil ia perder o grau de investimento das agências que correm mais risco que o Banco Espírito Santo.
Tentaram reanimar o FMI, que, só aqui, no PiG, ainda é levado a sério.
Anunciaram a disparada da inflação e o estouro das contas das elétricas.
Leram significados ocultos nas pseudo-pesquisas pré eleitorais.
Teve quem anunciasse a vitória do Aécio num segundo turno que não vai haver – clique aqui para se divertir com a Hosian Quenedy.
Botou o Satãder para falar pelo “mercado”.
Instalaram o “pessimismo” no país: confundiram seus balanços trimestrais, especialmente depois do encaixe da Copa, com a situação dos 8 milhões de jovens brasileiros no Pronatec.
Clique aqui e aqui para ter uma visão panorâmica da inescapável crise terminal da Globo Overseas.
E não colou nada.
(Diz o PiG cheiroso, o Valor, da quarta-feira passada, na pág. B1: “Aporte estrangeiro em montadoras sobe a maior nível em cinco anos.”
(Apesar do título inequívoco, a “reportagem” de Eduardo Laguna anuncia o iminente fechamento da indústria automobilística brasileira, diante de 1001 crises e adversativas variadas …  Por isso, a Dilma não lê o Valor nem vê a Globo. E o Mino Carta diz que, no Brasil, os jornalistas são piores que os patrões.)
(Leia “em tempo”.)
Agora, como estão verdes, diria La Fontaine, o jenial Ataulfo (**) assevera que o horário eleitoral não conta e a Dilma será derrotada pelos brancos e nulos.
É que na hora do vamos ver, a Dilma tem o dobro do tempo dos adversários, juntos, no horário eleitoral.
O que só foi possível com a ajuda inestimável do PMDB que, se achasse que o Aécio tinha chance, não se pendurava no PT .
O PiG tem 14 dias para fazer o que não conseguiu em três anos e meio.
Se não der certo, terá sempre o terceiro turno, num plantão do Supremo.
Em tempo: na inauguração do Templo de Salomão, o ansioso blogueiro conversou com o excelente ator Bemvindo Sequeira. E ele perguntou ao ansioso blogueiro: como é possível ter tanto jornalista … no PiG ? (Ele é leitor do C Af.) Será que não tem nenhum que preste ? O amigo navegante deve imaginar o que respondeu o ansioso blogueiro.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Ataulfo de Paiva foi o mais medíocre – até certa altura – dos membros da Academia. A tal ponto que seu sucessor, o romancista José Lins do Rego quebrou a tradição e espinafrou o antecessor, no discurso de posse. Daí, Merval merecer aqui o epíteto honroso de “Ataulfo Merval de Paiva”, por seus notórios méritos jornalísticos,  estilísticos, e acadêmicos, em suma. Registre-se, em sua homenagem, que os filhos de Roberto Marinho perceberam isso e não o fizeram diretor de redação nem do Globo nem da TV Globo. Ofereceram-lhe à Academia.E ao Mino Carta, já que Merval é, provavelmente, o personagem principal de seu romance “O Brasil”.

ENTÃO... TENTANDO SUPERAR A FALTA DE VONTADE DE "POSTAR", LÁ VÃO ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE NOSSA "MÍDIA ATENTA"! LEIA PARA SABER O QUE E COMO "ELLES" GANHAM AO DEFENDER ESTES (PSDB/DEM/PPS ET CATERVA) E ATACAR OUTROS (PT/PT/PT/PT)...

http://www.viomundo.com.br/denuncias/serra-psdb-educacao-midia-acoes-entre-amigos.html

NaMaria: Desde 2004, PSDB paulista gastou R$ 250 milhões com a mídia (quase tudo sem licitação)

publicado em 14 de outubro de 2010 às 19:37
por Conceição Lemes
Transparência é sine qua non em todo negócio público. Uma das formas de garanti-la é a licitação, quase sempre obrigatória. Mesmo nas situações excepcionais em que é dispensável, o contrato da minuta tem de estar disponível, on-line, para consulta. O descumprimento dessas normas tem de ser denunciado, é óbvio.
Rápida busca no Google revela que denúncias nesse setor (às vezes improcedentes) geralmente ganham destaque na velha mídia quando envolve pessoas e órgãos ligados ao governo federal ou aos aliados da base de sustentação do presidente Lula.
Essa mesma mídia, no entanto, silencia sobre as benesses que recebe da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEE-SP), via Fundação para Desenvolvimento da Educação (FDE), pela venda de apostilas, jornais, revistas, livros.
“Desde 2004, especialmente de 2007/2008 em diante, a FDE pagou no mínimo R$250 milhões (R$248.653.370,27) [valores não corrigidos] à Abril, Folha, Estadão, Globo/Fundação Roberto Marinho”, denuncia NaMaria, do NaMaria News , ao Viomundo. “A maioria sem licitação.”
“As vendas maciças desse papelório à FDE coincidem com o apoio crescente da mídia à candidatura José Serra e apoio ao PDSB”, observa NaMaria. “As publicações são apenas cortina de fumaça. Uma desculpa perfeita, pois com dinheiro do FNDE podem-se comprar tais coisas. Porém, o que a FDE comprou, de verdade, foi a palavra nesses espaços.”
“Em São Paulo, à custa da educação pública estão se construindo inúteis ‘escolas de papel’”, nota NaMaria. “Afinal, esse papelório é dispensável e o destino, o lixo. Quem não se lembra dos Cadernos do Aluno, caríssimos, feitos em editoras como a Plural (da Folha), Ibep, Posigraf, FTD, que foram encontrados em caçambas de lixo, e dos que tinham o mapa da América do Sul com dois Paraguais?”
“Quase todo o dinheiro da compra de jornais, revistas, apostilas, inclusive daquelas mochilas que o Serra alardeia nas propagandas, vem do FNDE”, revela NaMaria. “Mas a SEE-SP e a FDE omitem, fazem bonito com os donos da mídia com o chapéu do governo federal. As compras estão dentro da lei, mas será que são relevantes?”
Por exemplo, para a Editora Abril/FundaçãoVictor Civita foram entregues R$ 52.014.101,20 para comprar 4.543.401 exemplares de diferentes publicações. Com esse dinheiro, poderiam ser construídas quase 13 escolas ou 152 salas de aula novinhas, com capacidade para mais de 15 mil alunos nos três períodos – considerando que uma escola com 12 salas custe R$ 4,1 milhões e cada sala cerca de R$340 mil.