sexta-feira, 3 de abril de 2015

REDE GLOBO E VOCE!!! NADA A VER!!!UMA BREVE HISTÓRIA DE COMO SURGIU E COMO CRESCEU A VENUS "ENLAMEADA"!!!

Este artigo eu dedico a meu amigo Alex Campos, a quem eu tenho o prazer de passar informações de outra "qualidade".
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/um-macaco-teria-erguido-um-imperio-nas-condicoes-dadas-a-roberto-marinho-pela-ditadura-em-troca-de-apoio-politico/


Um macaco teria erguido um império nas condições dadas a Roberto Marinho pela ditadura em troca de apoio político

O Brasil era um oásis no JN na era dos militares
O Brasil era um oásis no JN na era dos militares
De tanto tratar os brasileiros como idiotas, a Globo parece que passou realmente a acreditar que somos todos imbecis.
É o que sugere um editorial a propósito da liberdade de expressão.
Nele, os Marinhos atacam, furiosamente, a regulação da mídia. E se colocam na posição de campeões do “jornalismo independente, que não vive de verbas oficiais”.
Pausa para gargalhar, e um segundo a mais para lembrar Wellington: quem acredita naquilo acredita em tudo.
Cada tijolo da Globo é, de alguma forma, produto de verbas oficiais – e mais incontáveis mamatas e privilégios que a empresa ganhou na ditadura militar e preservou intactos, numa aberração, nestes anos todos de democracia restabelecida.
Um macaco teria erguido um império nas condições dadas a Roberto Marinho pela ditadura em troca de apoio político.
Financiamentos diversos, publicidade copiosa dia após dia, complacência na cobrança de impostos – em suma, foi um empreendimento que é o oposto do que prega o capitalismo real. Não havia risco. Estava tudo garantido.
Roberto Marinho recebeu muito da ditadura e deu muito a ela. É expressivo o depoimento do general presidente Médici, em 1972: “Sinto-me feliz todas as noites quando assisto TV porque no noticiário da Globo o mundo está um caos, mas o Brasil está em paz… É como tomar um calmante após um dia de trabalho …” (Este Brasil paradisíaco subitamente renasceria, agora, caso Aécio tivesse vencido.)
As facilidades acabariam vindo de todos os lados.
No Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim lembra, hoje, como foi construído o Projac, o monumental estúdio da Globo.
Como em tudo, dinheiro público – e não as reservas formidáveis da família Marinho.
Num perfil sobre Roberto Marinho, o acadêmico Gabriel Collares Barbosa, da UFRJ, fala com minúcias do Projac.
“Outro fato que merece registro se refere a construção do Projac. Com 1.300.00 m², o Projac, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é o maior centro de produção da América Latina e foi projetado para abrigar superestúdios, módulos de produção e galpões de acervo.
Ao todo são quatro estúdios, de 1000m² cada, fábrica de cenários, figurinos, cidades cenográficas, centro de pós-produção e administração.
O que não é dito à população é que o Projac foi construído em uma área reservada pelo governo do Rio de Janeiro para a construção de casas populares.
Roberto Marinho humildemente solicitou à prefeitura uma autorização para construir sua “casinha” popular. Com a autorização em mãos, Roberto Marinho indevidamente começou a construção do Projac utilizando recursos levantados em empréstimos com a Caixa Econômica Federal para pagamento em dez anos.
Podemos especular que a quitação do débito foi pago com propaganda da CEF na Rede Globo.”
Uma ação popular exigindo a devolução desse dinheiro foi impetrada na justiça pois a Caixa Econômica é acusada de ter feito uma operação fora da rotina, com juros abaixo do mercado. O valor desse empréstimo atualizado com juros e correção monetária chega hoje a 37 milhões de dólares.”
A maneira como a Globo se serviu de bancos públicos foi imortalizada, em 1983, pelo Pasquim.
O Pasquim noticiou dois empréstimos a juros maternos que a Globo conseguiu com o Banerj, o Banco do Estado do Rio.
O Pasquim mostrou que a Globo ganharia um dinheiro considerável caso simplesmente pegasse o dinheiro dos empréstimos e o aplicasse no próprio Banerj.
Roberto Marinho foi chamado, pelo Pasquim, de “o maior assaltante de bancos do Brasil”.
“Nenhuma outra quadrilha, inclusive movimentos terroristas, lucrou tanto no negócio de assaltos a bancos como a quadrilha da Rede Globo”, escreveu o Pasquim.
O diretor superintendente do Banerj, Miguel Pires Gonçalves, acabaria depois virando superintendente da Globo. (Filho de um general da ditadura, Gonçalves acabaria por ser peça chave na manipulação do debate entre Collor e Lula na Globo, em 1989.)
Pois é esta Globo que, num editorial, desce à infâmia e se proclama símbolo do “jornalismo sem verbas oficiais”.
Talvez a Globo considere que os 500 milhões de reais anuais que vem recebendo há tempos das estatais federais – mesmo com uma brutal queda da audiência — sejam pouca coisa.
Ou, então, o que é mais provável, ache que somos todos estúpidos para cair na lorota cínica de que é uma empresa que ficaria de pé sem as mil-e-uma incursões ao dinheiro público.
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Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

sábado, 28 de março de 2015

Ô DA PANELLA!!! LEIA ESTE ARTIGUINHO. PEQUENINO, PORÉM, DE UMA CONTUNDÊNCIA VERÍDICA INSOFISMÁVEL. DEPOIS DE LER, VÁ BATER PANELAS COM A CONSCIÊNCIA MAIS TRANQUILLA!!!

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-operacao-zelotes-jamais-teria-ocorrido-em-um-governo-tucano/
Antes, um brindezinho: a relação das empresas envolvidas no "megasupostodesvio"
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/as-empresas-que-estao-na-lista-da-operacao-zelotes/
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A Operação Zelotes jamais teria ocorrido em um governo tucano

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Essa Operação Zelotes, assim como a Lava Jato e outras tantos mil, jamais teria ocorrido em um governo tucano.
Repito: jamais.
Fui repórter durante todos os governos FHC e posso garantir: a condução da PF era absolutamente controlada pelos interesses do governo tucano, aí incluídos os aliados do PFL, atual DEM.
Só por isso, já dá para imaginar.
Na investigação do chamado Dossiê Cayman, que investiguei em Miami e na Jamaica, os delegados eram comandados, pessoalmente, pela então secretária nacional de Justiça, Elizabeth Sussekind. Até às Bahamas ela foi com eles.
Em 1998, o então diretor-geral da PF, Vicente Chelotti, foi obrigado a esconder documentos que incriminavam o falecido ministro das Comunicações Sérgio Motta, o Serjão.
Ele, FHC, José Serra e Mário Covas eram acusados de possuir uma conta secreta no paraíso fiscal das Ilhas Cayman (na verdade, nas Bahamas), onde teriam colocado grana desviada das privatizações.
Os papéis eram falsos, mas, estranhamente, o governo entrou em desespero. A PF abriu dois inquéritos, agiu no subterrâneo e só depois da imprensa descobriu que o dossiê – vendido por três golpistas brasileiros a Fernando Collor e Paulo Maluf por 1 milhão de dólares – era falso.
Está no livro que escrevi a respeito, “Cayman: O Dossiê do Medo” (Record, 2002).
Um vexame.
O gado que foi tocado para as ruas, em 15 de março, para bradar contra a corrupção, deveria pensar um pouco mais sobre isso.
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Leandro Fortes
Sobre o Autor
Leandro Fortes é jornalista, professor e escritor. Trabalhou para o Jornal do Brasil, O Globo, Correio Braziliense, Estadão, Revista Época e Carta Capital.

Ô DA PANELLA!!! QUER SABER COMO FUNCIONA O "MAIS MÉDICOS"? LEIA ESTE ARTIGO E ASSISTA AOS VÍDEOS, INCLUSIVE UM PRODUZIDO PELA SUA LÍDER INTELECTUAL, A "GROBO". DEPOIS DISSO, VAMOS VER O QUE VOCÊ ME DIZ!!!

http://jornalggn.com.br/noticia/novo-atentado-do-psdb-contra-o-programa-mais-medicos

Novo atentado do PSDB contra o programa Mais Médicos

Novo atentado do PSDB contra o programa Mais Médicos
Por Amaro Doce
É  impressionante como um partido político (o PSDB) pode ser contra um programa (o Mais Médicos) que tantos benefícios tem trazido para a população desassistida desse enorme e maravilhoso país chamado Brasil. O PSDB é mais realista do que a Rainha, a toda poderosa Rede Globo de Televisão. Não acreditam? Pois vejam este vídeo produzido pelo Globo Rural que mostra como o programa Mais Médico é de importância fundamental no atendimento do povo que mora na Região Norte do Brasil.
No segundo vídeo, veja como o programa tem modificado a realidade da saúde pública no interior do Piauí. E conclua você mesmo: o PSDB é um partido de parlamentares que odeiam o povo brasileiro.
Eu não tenho outra explicação para uma atitude tão estúpida.

quarta-feira, 25 de março de 2015

É A ORQUESTRA, CADA VEZ MAIS DESPUDORADA. PODE UM "JUIZ" DESTES JULGAR QUALQUER COISA QUE ENVOLVA POLÍTICA E POLÍTICOS?

http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/174453/Juiz-solta-primo-de-Richa-e-ataca-Dilma-PT-e-Juca-Kfouri.htm

A MÍDIA BRASILEIRA É O VERDADEIRO PIG (Partido da Imprensa Golpista)! ABAIXO, UMA OPINIÃO ABALIZADA E UMA PROVA!!!

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/imprensa-brasileira-e-sem-vergonha-e-partidaria-diz-fernando-morais-no-salao-do-livro-de-paris/

Imprensa brasileira é ‘sem vergonha e partidária’, diz Fernando Morais no Salão do Livro de Paris

O jornalista e escritor Fernando de Morais é um dos 43 brasileiros que integram a delegação nacional no Salão do Livro de Paris. O autor promove a nova tradução de “Olga” para o francês. Morais participou na feira parisiense de várias sessões de autógrafos e palestras falando sobre biografias e sobre o Brasil de hoje.
Ao comentar neste domingo (22) a acusação de que o ex-ministro José Dirceu estaria envolvido na Operação Lava Jato, disse estar arrepiado. Mas ponderou que a afirmação “tanto pode ser verdade, quanto uma invenção. A imprensa brasileira é sem vergonha e partidária.”

Nota da Reuters abafando menção ao governo FHC na Lava Jato vira piada na rede

Jornal GGN - A hashtag #podemostirarseacharmelhor lidera o Trending Topics (os assuntos mais comentados) no Twitter nesta terça-feira (24), em função de um erro de edição numa reportagem publicada pelo portal Reuters.
A matéria que apresenta declarações de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) creditando à presidente Dilma Rousseff (PT) e ao ex-presidente Lula (PT) a responsabilidade pelo escândalo de corrupção na Petrobras mencionou, em determinado momento, que o governo FHC também aparece nas delações premiadas que compõem a Operação Lava Jato, mas com a seguinte nota à redação: "Podemos tirar se achar melhor".
Os tuiteiros não perdoaram.