terça-feira, 5 de abril de 2016

SEM MUITO COMENTÁRIO!!

Só três coisinhas:
1- É no grito?
2- Qualquer semelhança não é mesmo mera coincidência.
3- Cuidado para não ficar igual a "elles"!!!






MIL DESCULPAS, MAS, NÃO PUDE RESISTIR!!! RSRSRS


domingo, 3 de abril de 2016

O UOL ESTAMPANDO UMA MATÉRIA DESSAS??? ABSOLUTAMENTE CORRETA, COM PROVAS SUBSTANCIAIS DAQUILO QUE TODOS (OS QUE PENSAM) JÁ SABÍAMOS! UÉ... TEM ALGO ERRADO AÍ, NÉ?? TEM SIM, MAS NÃO PRÁ QUEM ESTÁ DANDO O GOLPE E TOMANDO DE ASSALTO O BRASIL PARA TRANSFORMÁ-LO DE VEZ NO BRAZIL DOS ENTREGUISTAS, DOS VERDADEIROS CORRUPTOS, QUE JÁ PREPARAM O DESEMBARQUE TRIUNFAL DA TAL "OPERAÇÃO LAVA JATO"!!! POR MUITO MENOS QUE ISSO, ELLES DESTRUÍRAM A "SATIAGRAHA", A "CASTELO DE AREIA", ESTÃO COZINHANDO EM FOGO BRANDO A "LISTA DO HSBC", A "OPERAÇÃO ZELOTES". PRESTENÇÃO E VEJA SE É OU NÃO ALGO TOTALMENTE VEROSSÍMIL.

http://www.tijolaco.com.br/blog/lava-jato-ilegal-desde-origem-materia-devastadora-do-uol/

Lava Jato: ilegal desde a origem. A matéria devastadora do UOL, para usar após o golpe

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Coube aos repórteres Pedro Lopes e Vinícius Segalla, do UOL, produzirem a mais explosiva reportagem – destas com R maiúsculo. pelo cuidado e apuração criteriosa – deste domingo.
Com riqueza de detalhes e documentos, mostram que Sérgio Moro manipula, transgride e viola as normas processuais e as leis para construir e manter consigo a Operação Lava Jato.
Há quase uma década, a operação nasceu de um grampo ilegal, feito sobre um advogado e seu cliente e em investigações que envolviam o falecido deputado José Janene, do PP, pelo qual se chegou a Paulo Roberto Costa. Janene, na ocasião, tinha privilégio de foro no STF e só por este poderia ser investigado.
A matéria é explosiva e não tenho esperanças de que vá parar em grande parte dos jornais, comprometidos até a medula com a articulação golpista.
Mas, cumprida a etapa de derrubada de Dilma, os elementos que contém podem servir para anular boa parte dos inquéritos da Lava Jato e distribuir impunidade no pós-golpe.
Leiam. É estarrecedor e mostra que desenvolveu-se um cogumelo ambiente escuro de uma vara federal. Um veneno que, quandofoi conveniente, foi servido ao país.

Documentos indicam grampo ilegal 
e abusos de Moro na origem da Lava Jato

Pedro Lopes e Vinícius Segalla, do UOL
Nas últimas semanas, a operação Lava Jato levantou polêmica ao divulgar conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a atual presidente Dilma Rousseff (PT). Os questionamentos sobre a legalidade da investigação, entretanto, surgem desde sua origem, há quase dez anos. Documentos obtidos pelo UOL apontam indícios da existência de uma prova ilegal no embrião da operação, manobras para manter a competência na 13ª Vara Federal de Curitiba, do juiz Sergio Moro, e até pressão sobre prisioneiros.
Esses fatos são alvo de uma reclamação constitucional, movida pela defesa de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, no STF (Supremo Tribunal Federal). A ação pede que as investigações da Lava Jato que ainda não resultaram em denúncias sejam retiradas de Moro e encaminhadas aos juízos competentes, em São Paulo e no próprio STF. Para ler a íntegra do documento, clique aqui.
A reportagem ouviu nove profissionais do Direito, dentre advogados sem relação com o caso e especialistas de renome em processo penal, e a eles submeteu a reclamação constitucional e os documentos obtidos. Os juristas afirmam que a Operação Lava Jato, já há algum tempo, deveria ter sido retirada da 13ª Vara Federal de Curitiba, além de ter sido palco de abusos de legalidade.
O portal também questionou o juiz Sergio Moro sobre o assunto, mas o magistrado preferiu não se pronunciar (leia mais ao final desta reportagem).
Veja os principais pontos questionados: 
Origem em grampo ilegal  
A Lava Jato foi deflagrada em 2014, mas as investigações já aconteciam desde 2006, quando foi instaurado um procedimento criminal para investigar relações entre o ex-deputado José Janene (PP), já falecido, e o doleiro Alberto Youssef, peça central no escândalo da Petrobras. Entretanto, um documento de 2009 da própria PF (Polícia Federal), obtido pelo UOL, afirma que o elo entre Youssef e Janene e a investigação surgiram de um grampo aparentemente ilegal.
Reprodução/UOL
Representação da Polícia Federal admite que investigação começou a partir de grampo entre advogado e cliente
A conversa grampeada em 2006, à qual a reportagem também teve acesso, é entre o advogado Adolfo Góis e Roberto Brasilano, então assessor de Janene. Seu conteúdo envolve instruções sobre um depoimento, exercício típico e legal da advocacia. Os desdobramentos dessa ligação chegaram, anos depois, a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras e o primeiro delator da Lava Jato. 
Reprodução/UOL
Conversa entre Adolfo Góis e Roberto Brasiliano deu origem a investigação que desaguaria na Lava Jato
“Se as premissas estiverem corretas, realmente parece que se tratava de conversa protegida pelo sigilo advogado-cliente. Nesse caso, a interceptação telefônica constitui prova ilícita”, explica Gustavo Badaró, advogado e professor de Processo Penal na graduação e pós-graduação da Universidade de São Paulo. “Essa prova contaminará todas as provas subsequentes. É a chamada “teoria dos frutos da árvore envenenada”. Todavia, a prova posterior poderá ser mantida como válida, desde que haja uma fonte independente”, conclui o professor.
Lava Jato já deveria ter saído do Paraná
Os supostos delitos e criminosos que estão sendo investigados na Operação Lava Jato não deveriam estar sendo julgados por Moro, segundo a tese da defesa de Paulo Okamoto, corroborada por juristas ouvidos pela reportagem. O principal ponto é que Moro não é o “juiz natural”, princípio previsto na Constituição, para julgar os crimes em questão. 
De acordo com Geraldo Prado, professor de processo penal da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e da Universidade de Lisboa, “na Lava-Jato, o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba [onde atua Moro] há muito tempo não é mais competente para julgar casos que remotamente surgiram de investigação no âmbito do chamado caso Banestado. Pelas regras em vigor, praticamente todos os procedimentos seriam ou de competência de Justiças Estaduais ou da Seção Judiciária Federal de São Paulo, porque nestes lugares, em tese, foram praticadas as mais graves e a maior parte das infrações. Há, portanto, violação ao princípio constitucional do juiz natural. Exame minucioso da causa pelo STF não pode levar a outra conclusão.”
A legislação brasileira estabelece critérios objetivos para determinar quem julga determinado crime. O ponto principal é que um crime, via de regra, será julgado no local onde ele foi cometido. Já quando existem crimes conexos, ou seja, que têm relação com delitos previamente cometidos pelos mesmos autores, eles podem vir a ser julgados pelo mesmo juízo responsável pela apreciação dos crimes iniciais.  
Em casos de conexão, a lei prevê que o que determina quem será o juiz natural para o julgamento são os seguintes critérios, nessa ordem: o lugar onde ocorreu o delito que tem a pena mais grave, o lugar em que houver ocorrido o maior número de infrações, se as respectivas penas forem de igual gravidade, e a competência pela prevenção, que se dá quando um juiz já julgou crimes relacionados ao mesmo esquema ilegal. Segundo Moro, é esse último critério que faria dele o juiz natural de todos os delitos: os crimes seriam conexos a outro que ele já vinha julgando.
Tanto é assim que, em todas as decisões relacionadas aos crimes investigados na operação, o magistrado inicia seu texto com o seguinte cabeçalho:
“Tramitam por este Juízo diversos inquéritos, ações penais e processos incidentes relacionados à assim denominada Operação Lava Jato. A investigação, com origem nos inquéritos 2009.70000032500 e 2006.70000186628, iniciou-se com a apuração de crime de lavagem consumado em Londrina/PR, sujeito, portanto, à jurisdição desta Vara, tendo o fato originado a ação penal 504722977.2014.404.7000”.
Os inquéritos a que Moro se refere, de lavagem de dinheiro, foram cometidos no Banestado, e nada têm a ver com as fraudes e desvios de dinheiro público que ocorreram na Petrobras, que são o principal foco da Lava Jato. A ligação, alegada por Moro, é que que alguns dos investigados no Banestado, como Janene e Yousseff, foram flagrados em escutas telefônicas falando sobre outros supostos crimes, estes sim relacionados à Petrobras.
O STF, no entanto, já proferiu decisão afirmando que escutas telefônicas que revelem crimes diferentes dos que estão sendo investigados devem ser consideradas provas fortuitas, não tendo a capacidade de gerar a chamada conexão por prevenção. É o que afirma o advogado Fernando Fernandes, que defende Paulo Okamotto, na ação que move no STF, classificando a prática de “jurisprudência totalitarista”.
O professor  Badaró concorda. “Houve um abuso das regras de conexão na Lava Jato. Além disso, a conexão tem efeito de determinar a reunião de mais de um crime em um único processo. Isso não foi feito na Lava Jato. Ao contrário, os processos tramitam separados”. O advogado André Lozano Andrade, especialista em direito processual penal do escritório RLMC Advogados, lembra ainda que um dos investigados, José Janene, tinha foro privilegiado por ser deputado federal, na época. “Assim, os autos deveriam ter sido remetidos para o STF. Além disso, deveriam os autos no que se refere a outros crimes ter sido remetidos para São Paulo, tendo em vista que o centro de operação dos ´criminosos´ era na Capital Paulista. A competência por prevenção só se dá quando ausentes outras formas de determinação de competência.” 
Longa investigação sem denúncia 
A investigação que culminou na deflagração da Operação Lava Jato, a respeito de crimes de lavagem de dinheiro ocorridos no âmbito do Banestado, no Paraná, tiveram início em 2006. Daquele ano até 2014, se passaram oito anos sem que a Polícia Federal, que comandava a operação, oferecesse uma só denúncia contra os investigados, o que, na definição da defesa de Paulo Okamoto, seria “investigação eterna”. 
Em 2013, após sete anos de investigações sobre o Banestado, Moro reconheceu as dificuldades para apontar os crimes, mas concedeu um prazo adicional de quatro meses para alguma conclusão. Esse prazo ainda foi renovado por mais três meses após o final. O inquérito foi arquivado, mas serviu como referência para a abertura de outro, que terminou na Lava Jato.
Reprodução/UOL
Após sete anos de investigações, depois de prolongar por 120 dias, Moro concede mais 90 dias
Reprodução/UOL
Ao longo de oito anos, de 2006 a 2014, Moro quebrou inúmeros sigilos
“A questão torna-se mais delicada se a investigação dura meses ou anos e em seu curso são adotadas medidas cautelares que invadem a privacidade alheia [afastamento de sigilos, interceptações etc.], sem que a investigação seja concluída. A última hipótese é típica de estados policiais e não de estados de direito”, alerta o professor Geraldo Prado.
“Embora não haja na legislação brasileira um prazo máximo para a conclusão de investigações criminais, se os investigados estiverem soltos, não é possível admitir que a investigação possa se desenvolver sem um limite temporal”, diz Gustavo Badaró.
Decisões tomadas sem consulta ao MPF
Durante os oito anos de investigações, o juiz Sérgio Moro autorizou sucessivas quebras de sigilo fiscal, bancário, telefônico e telemático e decretou prisões cautelares, sem consultar previamente o MPF (Ministério Público Federal) ou até contrariando recomendação deste órgão, que, por lei, é o titular da ação penal pública. 
A história começou em 14 de julho de 2006, quando a PF fez uma representação para Moro, com o objetivo de investigar a relação de Youssef e Janene, solicitando a interceptação telefônica do primeiro. Quando isso ocorre, o procedimento normal é remeter o pedido ao MPF, para que se manifeste. Apesar disso, em 19 de julho de 2006, Moro deferiu todos os pedidos da PF sem prévia manifestação do MPF. Em seguida, não houve abertura de vista ao MPF, e a próxima manifestação da PF nos autos só ocorreria quase um ano mais tarde, em 3 de maio de 2007. Durante todo esse tempo, os policiais mantiveram uma investigação que incluía quebras de sigilo.
O primeiro despacho abrindo vista para o MPF só ocorreu em 9 de setembro de 2008, mais de dois anos após a abertura da investigação. Os procuradores, então, consideraram que já havia passado muito tempo de investigação sem qualquer resultado frutífero, e recomendaram que Moro extinguisse ali mesmo a investigação, a não ser que a PF se manifestasse dando provas de que estariam para surgir fatos novos que justificassem a continuidade das investigações.
Reprodução/UOL
Em 2008, MPF avisou que investigações eram infrutíferas e não pediu mais diligências
Moro, no entanto, resolveu ir contra a recomendação do MPF, e permitiu que a PF continuasse investigando.
Em 06 de janeiro de 2009, quase 120 dias depois, surgia uma mensagem anônima com informações novas que levavam a crer que Yousseff e Janene mantinham um esquema de lavagem de dinheiro. A PF, então, pediu novas interceptações e quebras de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas e empresas. O MPF recomendou que delimitasse o pedido, indicando o período e os documentos a serem obtidos. Mais uma vez, Moro descumpriu a recomendação dos procuradores, e autorizou todos os pedidos da polícia. “Há motivos suficientes para deferir a quebra de sigilo fiscal e bancário relativamente a todas essas pessoas, considerando as suspeitas fundadas da prática de crimes expostas nas decisões anteriores e nesta, bem como por se inserirem no rastreamento bancário em andamento”, disse o juiz, em despacho.
Outras nove vezes Moro deferiu quebras de sigilo, sem ouvir o MPF, justificando sempre da mesma forma.  “Não o ouvi (MPF) previamente em virtude da necessidade de não haver solução de continuidade da diligência e por se tratar de prorrogação de medidas investigatórias sobre as quais o MPF já se manifestou favoravelmente anteriormente.”
O professor Badaró explica as consequências desta prática. “O deferimento em si de um pedido sem oitiva prévia do MP não é ilegal, mas a sistemática utilização de tal expediente, por mais de um ano, permite que se coloque em dúvida a imparcialidade do julgador”.
Presos sem acesso a advogados e banho de sol
A fase mais recente da Lava Jato trouxe denúncias de violações de direitos humanos — prisões temporárias prolongadas com o objetivo de obter delações premiadas. Durante este processo, presos teriam sido isolados, privados de encontros com seus advogados e até de banho de sol. Um parecer do Ministério Público Federal de junho de 2014 aponta a ilegalidade dessas práticas e pedem que sejam interrompidas — o preso em questão é Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras.
Reprodução/UOL
Ministério Público Federal emitiu parecer pedindo fim de restrições a direitos em prisão preventiva de Paulo Roberto Costa
Outro Lado
No dia 29 de março, a reportagem do UOL informou à assessoria do juiz Sergio Moro que estava preparando uma reportagem sobre as supostas irregularidades constantes na origem da Lava Jato. O portal enviou ao magistrado a íntegra da reclamação constitucional interposta no STF pela defesa de Paulo Okamoto. A reportagem destacou, ainda, que chamavam a atenção “uma prova aparentemente ilícita (um grampo ilegal) que pode estar na origem de tudo, e uma série de manobras que teriam sido feitas pelo magistrado para manter a competência em Curitiba, contrariando o princípio do juiz natural e as regras de processo penal aplicáveis.” Diante disso, solicitou, por fim, que Sergio Moro se manifestasse a respeito do assunto.
Menos de uma hora após o envio da mensagem, a assessoria de Moro respondeu ao UOL, afirmando que “o magistrado não se manifesta a não ser nos autos”. 
Apesar do atual silêncio do juiz paranaense, Moro já proferiu opiniões sobre alguns pontos ora em debate, seja em palestras, decisões judiciais ou textos acadêmicos. Em um artigo que escreveu em 2004, por exemplo, Moro defendeu o uso da prisão preventiva como forma de forçar um investigado a assinar um termo de delação premiada”. O juiz considera válido “submeter os suspeitos à pressão de tomar decisão quanto a confessar, espalhando a suspeita de que outros já teriam confessado e levantando a suspeita de permanência na prisão pelo menos pelo período da custódia preventiva no caso de manutenção do silêncio ou, vice-versa, de soltura imediata no caso de confissão”.
Sobre o grampo de conversas entre advogado e cliente, em manifestação enviada ao STF no último dia 29, a respeito do grampo dos advogados que defendem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Moro afirmou que o fez por considerar que um dos advogados seria parte do suposto grupo criminoso que estaria sendo investigado, o que tornaria legal a interceptação. Esta poderia ser uma explicação para o grampo supostamente ilegal que deu início à Lava Jato. 

A HISTÓRIA APENAS SE REPETE!!! A ÚNICA COISA QUE NÃO MUDA É QUE SÃO NECESSÁRIOS MILHÕES DE TROUXAS IGNORANTES. E ELLES OS TEM. SERÁ VOCÊ UM DELLES???

ANTES do artigo do VIOMUNDO, eu coloco duas versões do documentário Cidadão Boilesen, retratando parte da história vivida nos anos de chumbo da ditadura militar.
Qualquer semelhança, não será mera coincidência.
Trocaram os atores -militares por juízes justiceiros- e o enredo, das torturas físicas (fleuryanas) para as fisicopsicológicas (mourianas). 
Veja, depois me conta!!!


ESTE PRIMEIRO É UMA VERSÃO EDITADA, A QUAL EU NÃO VI.

ESTA É A VERSÃO COMPLETA, MAIS LONGA, OBVIAMENTE.

http://www.viomundo.com.br/denuncias/economista-denuncia-caixa-de-entidades-empresariais-para-financiar-o-golpe-acao-popular-deve-questionar-uso-de-dinheiro-publico.html

Economista denuncia caixa de entidades empresariais para financiar o golpe; ação popular deve questionar uso de dinheiro público

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Campagnolo com Moro no Paraná; Firjan e Fiesp unidas com o pato em Brasília; Heitor José Muller tomou posse na presença de Dilma, mas…
“O Brasil chegou a um impasse político que precisa ser resolvido com urgência, respeitando as possibilidades legais, entre elas o processo de impeachment previsto na Constituição. Do equacionamento da crise política depende a retomada da economia, hoje em forte declínio”. Nota da Fiergs, do Rio Grande do Sul, comandada por Heitor José Mueller
“Podemos ter um novo governo no início de maio, se o Congresso trabalhar no sentido que precisa trabalhar. Vamos mostrar aos parlamentares da obrigação deles, de votar para o Brasil, mudando a presidente do Brasil o mais rapidamente possível”. Declaração de Eugênio Eugênio, da Firjan, Rio de Janeiro
“Posição favorável ao andamento do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso Nacional, chamando à responsabilidade todos os parlamentares”. De manifesto encabeçado pela Fiep, do Paraná, presidida por Edson Campagnolo
Da Redação
O jornalista e economista J. Carlos de Assis vem denunciando que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, dirigida por Paulo Skaf, está montando um caixa para financiar deputados que votem pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Skaf é do PMDB. Ele compareceu ao ato de desembarque do partido do governo Dilma. A Fiesp dá guarida a um acampamento montado diante da sede da entidade, na avenida Paulista, em São Paulo.
Um telão que cobre todo o edifício-sede da entidade pediu “Renúncia Já” a Dilma, em verde e amarelo, no dia em que o juiz Sérgio Moro vazou ilegalmente gravações telefônicas do ex-presidente Lula, uma delas com Dilma.
Skaf publicou extensos anúncios nos principais jornais brasileiros pregando o impeachment, para coincidir com o desembarque do PMDB do governo. Teria gasto ao menos R$ 5 milhões.
Em sua campanha contra a volta da CPMF, a Fiesp plagiou um pato holandês e passou a colocar o “personagem” para participar de eventos pró-impeachment. Os patos de plástico de Skaf têm sido atacados por militantes que se opõem ao golpe. O vídeo abaixo circula nas redes sociais. É o registro de um ataque ao pato montado pela Fiesp diante dos apartamentos de parlamentares em Brasília.
No golpe de 64, a Fiesp foi denunciada como partícipe de uma ação decisiva: pagamentos em dólares ao então general Amauri Kruel, que comandava o II Exército em São Paulo, para que abandonasse o então presidente João Goulart e apoiasse a quartelada (veja a reportagem aqui).
Durante a ditadura militar, a entidade empresarial promoveu em sua sede encontros entre agentes da repressão e chefes de segurança de empresas associadas para padronizar a investigação de operários e candidatos a estágio,conforme noticiou o Viomundo.
Segundo o economista J. Carlos de Assis, para o golpe de 2016 o caixa da Fiesp tem R$ 500 milhões.
Leia as denúncias que ele faz:
Caixa 2 montado pela Fiesp para comprar impeachment vai virar o caixão de Skaf

sábado, 2 de abril de 2016

UM POUCO MAIS DO MESMO: A "ORQUESTRA" CONTINUA TOCANDO. MAL PRA CARAMBA. MAS, O QUE IMPORTA? SUA IGNORÂNCIA ACREDITA EM TUDO O QUE A MÍDIA DIZ! EU IA DIZER: AZAR O SEU, MAS, NA VERDADE, O AZAR É O MEU!!!

http://www.marceloauler.com.br/operacao-carbono14-mandados-ficaram-um-mes-na-gaveta-por-que/#more-3179

Operação “Carbono14″: mandados ficaram um mês na gaveta. Por quê?

Marcelo Auler *

mosaico opera, manifestação e julgamento1Um detalhe, nada insignificante, nesta 27ª fase da Operação Lava Jato vem corroborar uma desconfiança forte em Brasília de que o juiz Sérgio Moro joga politicamente com esta investigação.
Os mandados utilizados nesta sexta-feira (01/04) estavam assinados desde 15 de fevereiro e ficaram guardados em alguma gaveta. Por quê?
Talvez não tenha sido mera coincidência o fato de a Operação Carbono 14, que mais uma vez tem como alvo o Partido dos Trabalhadores (PT) – inclusive remexendo em um caso mal esclarecido até o momento -, ter ocorrido no dia seguinte à sessão em que o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão do ministro Teori Zavascki de avocar para a corte as investigações em torno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Agora, mesmo sem poder investigar Lula por conta do sítio de Atibaia, Moro continua em cima do PT através do Caso Celso Daniel e das propinas que o ex-secretário do partido, Sílvio Rodrigues, teria recebido. Tudo girando sempre em torno do desvio de verbas dos contratos da Petrobras, segundo as justificativas dos operadores da Lava Jato. A grande curiosidade é com relação a datas.
Os mandados para a operação desta sexta-feira (01/04) foram assinados pelo juiz Sérgio Moro em 15 de fevereiro e revistos no dia 22 do mesmo mês. Apesar disso, sem qualquer explicação plausível, eles só foram cumpridos agora, decorridos 39 dias. Em Brasília, acredita-se que o juiz está jogando com as operações politicamente.
O fato de os mandados terem ficado guardados por tanto tempo e utilizados, por coincidência ou estratégia, um dia depois da sessão do STF e das manifestações pró-Dilma, chamou a atenção de autoridade do governo. Agora, se buscará saber se foi mera coincidência ou se faz parte de uma estratégia para se ganhar espaço na mídia, abafar o noticiário desfavorável e manter mobilizada a opinião pública.
O objetivo por detrás desta estratégia seria de manter a opinião pública como aliada dos operadores da Lava Jato, ainda que gerando grandes risco de conflito. Inclusive com agressões até a ministros do STF, como ocorreu com Teori Zavascki. Isso já vem sendo admitido naquela corte. Ali, o próprio ministro Marco Aurélio, na sessão de quinta-feira, ao criticar a divulgação do conteúdo dos grampos usou uma expressão direta que não deixa de demonstrar a suspeita com relação às atitudes do juiz. Na sua manifestação, acusou Moro dizendo que ele:
“colocou mais lenha em uma fogueira cuja chama já estava muito alta, em prejuízo da paz social e da segurança jurídica”.
O decano da corte, Celso de Mello, foi mais comedido, mas também cutucou Moro com relação à preocupação do juiz em satisfazer a opinião pública. Ele lertou que  o dever de proteção constitucional precisa ser respeitado “mesmo que o clamor popular se manifeste contrariamente”.
Breno Altman: "O Brasil não pode aceitar que um estado policial se desenvolva nas entranhas de nossas instituições democráticas". Foto Reprodução JortnalGGN
Breno Altman: “O Brasil não pode aceitar que um estado policial se desenvolva nas entranhas de nossas instituições democráticas”. Foto Reprodução JortnalGGN
Condução coercitiva novamente – Independentemente da questão da data e coincidência com as manifestações pró-Dilma, nessa 27ª fase a equipe da Lava Jato voltou a utilizar o expediente da condução coercitiva. O ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares e o jornalista Breno Altman, também colaborador do partido – não se sabe se como testemunhas ou suspeitos – foram forçados a acompanhar os agentes para prestarem depoimento. Isto sem que eles, antes, tenham sido intimados. Legalmente, a condução coercitiva só pode acontecer depois que a testemunha – jamais o suspeito – recusar-se duas vezes a cumprir intimações.
No artigo/depoimento que Breno Altamn escreveu no JornalGGN de Luis Nassif. – Operação Lava Jato esculacha a Constituição -, ele corrobora a hipótese do uso político das operações:
Sou apenas mais um dos alvos deste tornado antidemocrático.
Não foi apresentada, durante o interrogatório, qualquer prova ou indício de meu eventual envolvimento no caso investigado, de suposto empréstimo ao empresário Ronan Maria Pinto.
A falta de solidez na inquirição também se revela, por exemplo, pelas perguntas que diziam respeito às atividades de antiga editora da minha propriedade, fechada há quase vinte anos, com indagações até sobre o tipo de livros que publicávamos, e à doação eleitoral de dois mil reais que fiz, em 2006, a Renato Cinco, então candidato a deputado estadual pelo PSOL do Rio de Janeiro.
O que importava, afinal, era a criação de fato político que realimentasse tanto a Operação Lava Jato quanto a ofensiva por um golpe parlamentar contra a presidente da República“.

MEU DEUS DO CÉU!!! TÁ TUDO TÃO CLARO!!! AÍ JÁ NÃO É IGNORÂNCIA. SÓ PODE SER PROBLEMA DE CARÁTER MESMO!!!