quinta-feira, 24 de outubro de 2013

SE FOSSE POSSÍVEL, SERIA UM "VOLVER À DIREITA!" SINCERAMENTE, EU PREFIRO NÃO COMENTAR!

http://tijolaco.com.br/index.php/reinaldo-azevedo-na-folha-prova-do-pluralismo-de-direita-do-jornal/
tiorei

Reinaldo Azevedo na Folha. Prova do “pluralismo de direita” do jornal

24 de outubro de 2013 | 11:28
A ida do “brucutu” Reinaldo Azevedo para a Folha – estréia amanhã a sua coluna – é mais um passo do jornal  em direção ao “pluralismo de direita” que, de tempos para cá, pratica.
Cada candidato da oposição tem um coluna semanal: Marina, Aécio e, agora, José Serra – ops, digo, Reinaldo Azevedo.
Claro que ele, por modéstia, dirá que não. Mas o “Tio Rei” é o Serra em estado de evidência.
É bom que seja assim.
Reinaldo é um destes personagens emblemáticos, quase caricatos, que transitou de Leon Trótski para o fundamentalismo cristão, como que para nos provar que o mundo é redondo e a extrema esquerda e a extrema-direita não raro estão a um pulinho.
Ele tem o mérito de ser sincero em suas ideias obtusas e explícito nos seus pensamentos, ainda que estes possam ser filosoficamente obscenos.
É bom, também porque tatua na testa da Folha de São Paulo a marca da direita hidrófoba que muitos dos seus colunistas ocultam sob um discurso de “modernidades” e ascetismos, que mal camuflam posições que defendem o status-quo.
Reinaldo é o que é. Usa chapéu, não máscara.
Em tempo: Aos que, como eu, dão boas risadas com a leitura diária do “Tio Rei” na Veja, não se preocupem: ele vai continuar fazendo parte da  gentil, diplomática e equilibrada seleção de botinudos da revista.
Por: Fernando Brito

COISAS QUE A GENTE NUNCA ESQUECE...QUER DIZER, PARECE QUE TEM GENTE QUE NUNCA LEMBRA!!!

Certa feita, o Malan, o sempre ministro da fazenda do fhc, comentando sobre a notícia da passagem de 1.000.000 de pessoas para baixo da linha da pobreza, disse algo assim:
-Faz parte da nossa previsão e, nossos planos são para, em 25 anos, reverter totalmente esse quadro.
Fossem 25 meses, ou mesmo, 25 dias...
Você já foi miserável, só por um dia? Já passou fome? Fome, não vontade de comer!
E tem gente que parece que torce prá esse tipo de gente, essa corja voltar.
Tenho asco "delles"!!!
http://www.blogdomello.blogspot.com.br/2013/10/mortalidade-infantil-governo-fhc-maior-que-na-africa.html

Mortalidade infantil no governo FHC chegou ao dobro do recorde mundial registrado na pior região da África




O tempo passa, e as pessoas já não se lembram. A mídia corporativa trata de encobrir com o imenso véu do esquecimento o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que quebrou o país, como Pedro renegou Jesus, três vezes.

Mas, uma antiga entrevista de Hamilton Octavio de Souza com o jornalista Aloysio Biondi, em novembro de 1999, sugestivamente intitulada "Mau-caratismo de FHC), publicada na Revista Adunicamp, nos ajuda a lembrar o que é um governo tucano, que com seus aliados, coligados ou não, ameaça voltar.

Adunicamp - O novo Plano Plurianual de FHC, denominado “Avança Brasil”, mantém as mesmas diretrizes do primeiro governo ou apresenta alguma novidade?
 Aloysio Biondi: Acho bobagem falar do plano “Avança Brasil”, acho melhor falar da política econômica total do governo que aí está. A gente vai acabar falando de política tributária que não existe, de política industrial que não existe, de política agrícola que não existe. Recentemente, os jornais publicaram um quadro sobre a liberação de verbas do governo em relação ao total previsto e, então, tem lá: reforma agrária, 25% do previsto; Proger, que é um programa de geração de renda, 0,5% do previsto. Essa história das cestas básicas, por exemplo, já em abril, num artigo meu publicado na Folha, eu falava sobre uma reunião que houve no Palácio do Planalto entre o Comunidade Solidária e todos os ministros, o Fernando Henrique anunciou um aumento de verba para a área social que continuava sendo absolutamente ridículo. A Folha tinha publicado, semanas antes, uma matéria dizendo que a seca aumentou a mortalidade no Nordeste. O texto dizia que a mortalidade infantil no sertão tinha chegado a 400 mortes para cada mil crianças até um ano, que era o dobro do recorde mundial registrado na pior região da África. Na matéria, a prefeita de uma cidade dizia que a situação era dramática porque a população não estava recebendo as cestas básicas e os pagamentos das frentes de trabalho estavam atrasados há três meses. Quer dizer, o que estava matando não era a seca, mas o corte no orçamento, o ajuste fiscal. Isso lembra o que dizia o Fernão Bacha no início do governo Fernando Henrique: ele falava que era bobagem ficar discutindo verbas com o Congresso, que o negócio era deixar aprovar o que quiserem, depois a gente segura. E ele dizia: basta fechar os olhos e tapar os ouvidos à gritaria e à desgraceira ao redor, que é o que esse governo está fazendo.

Adunicamp - E o assunto sumiu do noticiário.
Aloysio Biondi: Eu digo que a imprensa é cúmplice no genocídio, porque isso está acontecendo, as pessoas estão morrendo de fome no Nordeste, a seca jamais acabou, o governo reduziu as frentes de trabalho a um quarto, a verba de cestas básicas foi liberada apenas um quarto do previsto (25%). Inclusive saiu nos jornais que o pagamento de quem trabalhou nas frentes de trabalho em dezembro ainda não tinha sido pago até julho. Quer dizer, é a primeira vez que eu vejo um governo ter a coragem de dar calote no flagelado da seca que trabalhou em frente de trabalho.[Fonte]
Há mais nessa entrevista. Mas, por enquanto, deixo este pequeno trecho com essa informação poderosa, vergonhosa e abafada, esquecida. 400 crianças mortas em cada mil, porque o dinheiro foi para o plano elaborado por aqueles que vivem deitando falação por aí, Pedro Malan, Armínio Fraga, André Lara Resende, Pérsio Arida (este comentei aqui, recentemente, Ex-presidente do BC de FHC é contra crescimento econômico e a favor do aumento de juros e desemprego).

Eles ameaçam voltar, por isso, como um breve, porque este é um blog político, já tratei de declarar aqui, no dia 10, que em 2014, vou votar igualzinho a 2010. E você?"


SE FOSSEM DO PT... MAS, COMO A GRANDE MÍDIA É AMIGUINHA, LOGO, LOGO, SAI ALGUÉM EM DEFESA DAS VÍTIMAS!!!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

IPTU DE SÃO PAULO - IPTU DE SÃO PAULO -

Apenas para refrescar a memória seletiva de alguns e a cabeça feita por quem tem interesses políticos a defender, sejam pessoas ou apenas a nossa zelosa mídia, abaixo vai a progressão do IPTU de São Paulo, desde 2008, da minha humilde residência, na Vila Mariana, não sem antes dizer que essa atualização da "planta genérica" que será feita agora, foi objeto de Decreto Municipal no (des)governo Serra/Kassab, de 2009.
Reajustes:
para 2009 = 6,96%
para 2010 = 25,62%
para 2011 = 4,41%
para 2012 = 7,30%
para 2013 = 7,06%
Também me recordo muito bem que, em 2010, eu berrava, esperneava, reclamava, principalmente no "facebook", pelo tamanho do reajuste e o coro de descontentes era quase nenhum.
Mudaram as pessoas ou apenas mudou o governo??????
Também ouvi lamúrias de aposentados que não vão conseguir pagar o IPTU de suas casinhas...
Pois bem, é só se enquadrar na LEI Nº 11.614/1994, que não precisará pagar nadinha.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

FOLHA DE SÃO PAULO. FAZ POUCO DA SUA INTELIGÊNCIA. FAZ, OU TENTA, FAZER VOCÊ DE BOBO!!!!

Preste atenção nestes trechos da matéria abaixo:
"As vagas de internação fechadas, diz o município, foram "reabertas" nesses locais.
Em vez de isolamento por um período de três a seis meses, como nas comunidades terapêuticas, os usuários de drogas ficam em casas da prefeitura, com a possibilidade de sair para trabalhar ou estudar e, depois, voltar para dormir.
A administração municipal chama essa política de "redução de danos".
A coordenadora de Saúde Mental da prefeitura, Myres Cavalcanti, afirma que a internação prolongada de dependentes não é ideal.
Ela diz que os leitos fechados já foram repostos em novas casas de acolhimento --seis delas foram abertas neste ano, aumentando o total de unidades para 16."
Na verdade, o que o jornaleco deveria dizer é que se trata de uma alteração do modelo de tratamento e que agora conta com mais vagas e não menos!!!

Prefeitura de SP reduz vagas para internação de dependentes químicos


 
GIBA BERGAMIN JR.
DE SÃO PAULO
A gestão Fernando Haddad (PT) encerrou contratos com três comunidades terapêuticas --clínicas para tratar dependentes químicos--, fechando ao menos cem leitos de internação.

Assinados na administração anterior, de Gilberto Kassab (PSD), os convênios venceram e não foram renovados.]
Com essa medida, a Prefeitura de São Paulo vai priorizar um modelo de atendimento que reduz internações prolongadas e mantém usuários de drogas nas chamadas unidades de acolhimento, onde é permitido que eles passem por tratamento sem ficarem isolados.
As vagas de internação fechadas, diz o município, foram "reabertas" nesses locais.
Em vez de isolamento por um período de três a seis meses, como nas comunidades terapêuticas, os usuários de drogas ficam em casas da prefeitura, com a possibilidade de sair para trabalhar ou estudar e, depois, voltar para dormir.
Apu Gomes/Folhapress
Usuários de drogas em centro terapêutico de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo
Usuários de drogas em centro terapêutico de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo
A administração municipal chama essa política de "redução de danos".
A coordenadora de Saúde Mental da prefeitura, Myres Cavalcanti, afirma que a internação prolongada de dependentes não é ideal.
Ela diz que os leitos fechados já foram repostos em novas casas de acolhimento --seis delas foram abertas neste ano, aumentando o total de unidades para 16.
PROGRAMA ESTADUAL
Mais uma tentativa de reduzir o número de viciados em crack, o novo modelo se confronta com o programa do governo paulista, iniciado em janeiro deste ano, que prevê internação involuntária --contra a vontade do dependente-- em hospitais e clínicas da rede estadual.
Representantes das comunidades dizem que a mudança põe em risco o tratamento iniciado com dependentes químicos graves.
"As famílias estão desesperadas. Tenho experiência em dependência química e não acredito em redução de danos", disse uma funcionária da Comunidade Sagrada Família, em Cotia (Grande São Paulo), que pediu para não ser identificada.
"Nesse método, a pessoa costuma usar [droga] controladamente para tentar chegar ao ponto de abstinência."
A prefeitura nega que permitirá o uso controlado.
Além da Sagrada Família, cujo contrato foi encerrado em 15 de agosto, as comunidades Estância Verão, em Cajamar (Grande São Paulo), e Padre Haroldo, em Campinas (100 km de SP), também não tiveram os acordos renovados.