sexta-feira, 13 de junho de 2014

OS COXINHAS, AS LOURAS, OS OLHINHOS AZUIS E OS ENDINHEIRADOS VAIAM!!! E NÓS??? NÓS VOTAMOS!!!!!

http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/06/o-ridiculo-xingamento-dos-1-da-elite.htmlO ridículo xingamento dos 1% da elite demotucana vaiando os outros 99% do povo.


A turma que pagou ingresso caros na área VIP ou ganhou convites de grandes empresas no primeiro jogo da Copa do Mundo em São Paulo, foi quem puxou vaias e xingamentos à presidenta Dilma. Será que não se dá conta de que o vexame é de quem xingou?

O simbolismo é da elite econômica (ou quem se acha) demotucana vaiando o povão representado na figura da presidenta.

Dilma não foi vaiada pela pessoa física que ela é. Foi vaiada por fazer um governo que prioriza fazer os mais pobres entrarem na classe média.

É os 1% mais privilegiados vaiando os outros 99% do povo.

É curioso como as oligarquias brasileiras perdem o senso do ridículo. São como personagens de programas humorísticos, onde:

Racistas grotescos vaiassem Nelson Mandela.

Madames vaiassem empregadas.

Banqueiros vaiassem bancários ou seus clientes que reclamam das taxas de juros.

Como se a Casa Grande vaiasse a Senzala.

Não sei, não, mas acho que esse xingamento é um tiro pela culatra para os tucanos. O povo tem sentimento do que é justo e do que não é, tem noção do que está acima do tom, de quem é algoz e de quem é vítima, e sobretudo identifica quem é quem, e de que lado cada um está.

Só expõe o grotesco que a elite demotucana quer fazer do Brasil, o ódio que os demotucanos tem a um governo popular, e une o povo que tem mais amor e compromisso com nosso país em torno do projeto de construir uma grande nação tocado primeiro por Lula e agora por Dilma.

Radicalização sempre é uma faca de dois gumes. A elite demotucana, sem querer, está reaglutinando a base eleitoral da presidenta Dilma, como aconteceu com Lula em 2007 nos jogos panamericanos do Rio. A oposição demotucana elitista orquestrou uma vaia para o presidente Lula. O povão o defendeu

HÁ MUITO TEMPO EU ESTOU ME SENTINDO CANSADO II

Eu não tenho problema nenhum em remar contra a maré, mas, quando a gente percebe que está dando murros em ponta de faca, é melhor parar e dar uma olhadinha racional sobre o que realmente está acontecendo.
Tenho que admitir que o nível de "informação" que nossa mídia tem jogado, como eu costumo dizer, tal qual "fogo de barragem", tem surtido efeito.
Pelo menos naquela camada da população que eu chamo de "bem informados".
Para esclarecer, eu divido o povo brasileiro em tres categorias: "os mal informados", que não tem ou não querem ter acesso a nenhHÁ MUITO TEMPO EU ESTOU ME SENTINDO CANSADO II<>uma informação; os "bem informados", que são os que atualmente estão recebendo esse "fogo de barragem" da nossa mídia, num quase uníssono de Vejas, Globos, Folhas, Estadões, etc.; e, finalmente os "muito bem informados", que sabem como receber essa carga de artilharia absolutamente pesada e totalmente destrutiva para aqueles desprovidos de filtros e que por isso mesmo são capazes de discernir, de pensar, de contrapor e de formar sua própria opinião, ao contrário da segunda categoria que aceita passivamente tudo o que se lhes põem na cabeça (sem trocadilhos, por favor)!
É óbvio que estamos falando de política!
Tudo e todos os canais de mídia, cada vez mais descaradamente, vão às últimas consequências para tentar mostrar apenas o que não presta (até por que isso também existe) e nada, mas, nada mesmo, falam de todas as coisas boas que vem acontecendo neste meu Brasil. E, CREIAM:NÃO SÃO POUCAS!!!
Recentemente, veio à baila um e-mail da Globo instruindo seus "repórteres" a "evitarem pautas positivas sobre a Copa do Mundo do Brasil". Falar bem, só sobre o time de futebol.
E isso vem sendo cumprido à risca.
Então, queridonas e queridões, vou ficar mais quietinho, esperando que, quando chegar a obrigatoriedade de se mostrar realmente o que vem acontecendo no nosso país, infelizmente, através do "horário político obrigatório", eu possa então, falar mais tranquilamente sobre as coisas que eu costumo defender e que, muitas vezes me fazem perceber que, infelizmente, estou bradando em um deserto.
Pelo menos, em um deserto de cérebros...
E olhe que eu tenho amigos e leitores bem espertinhos...
Eu não sei exatamente quando é, mas creio que seja em agosto.
Tenho certeza de que muitos de vocês vão perceber o quanto foram enganados durante esse tempo todo.
Mas, vamos esperar para ver.
Não tenham dúvidas que VEREMOS!!!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A COISA MAIS ÓBVIA DE SE AFIRMAR AGORA É QUE A *GRANDE MÍDIA* VAI DIZER QUE É TUDO MENTIRA... VEJA BEM SE EXISTEM ARGUMENTOS REAIS PARA ESSA AFIRMAÇÃO!!!

http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/06/reveja-os-gols-dilma-15-x-0-pessimistas.html

Reveja os "gols": Dilma 15 x 0 pessimistas, no pronunciamento na TV.

Quando abri o vídeo na internet do pronunciamento da presidenta Dilma sobre a Copa do Mundo feito em rede de tv, antes de assistir, a primeira impressão que tive foi de receio. O vídeo tem 10 minutos, pensei que seria melhor e mais eficiente um mais curto, de uns 5 minutos, falando só o essencial. Engano, meu. Bastou assistir o vídeo para ver que a mensagem passada foi muito boa, com muito conteúdo importante para o interesse do cidadão, e não daria para cortar praticamente nada.

Se alguém achar que estou sendo otimista demais, basta ver a repercussão muito mais positiva. A Veja e o jornalão "O Globo" sentiram a pancada e vestiram a carapuça de pessimistas. O PSDB não conseguiu responder politicamente e disse que vai entrar no tapetão do TSE contra o pronunciamento. A BBC Brasil, que não é filiada ao PIG (Partido da Imprensa Golpista) escolheu como manchete "Educação e saúde tiveram 212 vezes mais recursos que estádios".

Já que o clima é de Copa, vou comentar como se descrevesse os lances de um jogo resultando em gols. Os subtítulos dos "gols" são comentários meus e o parágrafo logo abaixo dos subtítulos é a fala de Dilma.

Dilma 1 x 0:
3 bilhões de pessoas estão de olho no Brasil. 
A Copa é também a maior campanha publicitária do mundo, para o Brasil ter retorno no turismo e na exportação de nossos produtos e serviços .


"A partir desta quinta-feira, os olhos e os corações do mundo estarão voltados para o Brasil, acompanhando a maior Copa da história. Pelo menos três bilhões de pessoas vão se deixar fascinar pela arte das 32 melhores seleções de futebol do planeta."

Dilma 2 x 0 :
Copa da paz, tolerância e diversidade, contra o racismo, contra o preconceito e contra a violência.


Para o Brasil, sediar a Copa do Mundo é motivo de satisfação, de alegria e de orgulho. Em nome do povo brasileiro, saúdo a todos que estão chegando para esta que será, também, a Copa pela paz e contra o racismo; a Copa pela inclusão e contra todas as formas de violência e preconceito; a Copa da tolerância, da diversidade, do diálogo e do entendimento.

Dilma 3 x 0:
Treino é treino, jogo é jogo. No jogo, os pessimistas já entram perdendo.


(...) treino é treino, jogo é jogo. No jogo, que começa agora, os pessimistas já entram perdendo. Foram derrotados pela capacidade de trabalho e a determinação do povo brasileiro, que não desiste nunca.

Os pessimistas diziam que não teríamos Copa porque não teríamos estádios. Os estádios estão aí, prontos. Diziam que não teríamos Copa porque não teríamos os aeroportos. Praticamente, dobramos a capacidade dos nossos aeroportos. Eles estão prontos para atender quem vier nos visitar; prontos para dar conforto a milhões de brasileiros. Chegaram a dizer que iria haver racionamento de energia. Quero garantir a vocês: não haverá falta de luz na Copa, nem depois dela. O nosso sistema elétrico é robusto, é seguro, porque trabalhamos muito para isso. (...)

Dilma 4 x 0

sábado, 7 de junho de 2014

QUE A GLOBO MANDA NO BRASIL, AGORA, ATÉ A THE ECONOMIST SABE. MAS, SERÁ QUE SABE TAMBÉM QUE MANDA NA SUA CABEÇA??? AH BOM!!! NA SUA CABEÇA, NÃO!!! QUE BOM!!!

http://tijolaco.com.br/blog/?p=18145

Economist: hegemonia da Globo não tem comparação no mundo!

7 de junho de 2014 | 12:08 Autor: Miguel do Rosário
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Essa matéria da Economist faz algumas comparações arrepiantes entre o tamanho da Globo no Brasil e o tamanho das principais TVs norte-americanas.
Arrepiante por duas razões: 1) eu, que escrevo há anos sobre mídia, nunca tive acesso a essa informação; 2) agora temos noção melhor do papel nocivo da Globo na democracia brasileira.
A parte da reportagem que mais me interessou, como eu disse acima, foi a comparação entre Brasil e EUA, feita nos dois primeiros parágrafos. Eu mesmo traduzo:
Quando a Copa do Mundo começar no dia 12 de junho, dezenas de milhões de brasileiros irão assistir às festas na TV Globo, o principal canal aberto da televisão do país. Mas para a Globo será apenas mais um dia de grande audiência. Não menos que 91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, passa pelo canal durante o dia: o tipo de audiência que, nos EUA, acontece apenas uma vez ao ano, e apenas para o canal que ganha o direito, naquele ano, de exibir o Super Bowl, o jogo dos campeões do futebol americano.
A Globo é certamente a empresa mais poderosa do Brasil, dado o seu alcance em tantos lares. O seu concorrente mais próximo, a Record, tem uma audiência de apenas 13%. O canal de TV mais popular dos Estados Unidos, a CBS, tem apenas 12% da audiência durante o horário nobre, e seus principais concorrentes oscilam em torno de 8%.
(…)
Em outro trecho da matéria, comenta-se o poder da Globo de moldar comportamentos no Brasil. “Seus programas também moldam a cultura nacional”. Não é assustador que esse poder fique concentrado em mãos de uma só empresa, de uma empresa que, por sua vez, consolidou-se na ditadura e que uma postura fortemente partidária e ideologizada?
A revista comenta que, em outros países latino-americanos, como na Argentina e no México, os governos estão combatendo o excesso de poder da mídia, mas o “governo brasileiro é mais dócil em relação aos proprietários de mídia”.
Repare que a Economist faz qualquer reparo “antibolivariano”, tanto que ela toma o cuidado de citar um governo de esquerda (Argentina) e um de direita (México).
E aí, Dilma, agora entende porque precisamos de uma lei para dar fim a esse monopólio? A hegemonia da Globo já está causando estranheza internacional!
O mundo está olhando mais para nosso país e uma das coisas que o tem surpreendido negativamente é a concentração midiática, que é uma faceta de nosso atraso cultural e político.
Afinal, queremos ou não ser um país democrático?

quinta-feira, 5 de junho de 2014

"AÉBRIO NEVER", SUAS IDÉIAS POLÍTICAS E SUA POLÍTICA ECONÔMICA!!!!! QUAQUAQUA

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-politica-e-a-economia-de-aecio/

A política e a economia de Aécio

Idéias décadas atrasadas
Me pedem que analise as propostas de Aécio em si tal como formuladas no Roda Viva.
Ao trabalho.
Mais que tudo, Aécio me pareceu tomado por idéias atrasadas em algumas décadas. Essencialmente, ele repete clichês do thatcherismo num momento em que nem os conservadores ingleses se atrevem a fazer isso.
“Medidas impopulares” é a expressão acabada do thatcherismo – a doutrina consagrada por Margareth Thatcher nos anos 1980.
Significa você favorecer o 1% em detrimento dos 99%. Armínio Fraga, o guru de Aécio na economia, é um thatcherista fanático.
Não surpreende que, recentemente, ele tenha dito que o salário mínimo cresceu demais nos anos do PT no poder.
Sabe-se hoje, com a distância de 30 anos no tempo, que a política econômica inspirada em Thatcher – e seguida por FHC em seus dois mandatos – leva a uma brutal concentração de renda.
O livro sensação dos homens públicos e economistas de todo o mundo hoje, O Capital no Século 21, do francês Thomas Piketty, trata exatamente disso.
Ora, o principal problema do Brasil é exatamente a desigualdade de renda. E Aécio vem com uma palataforma que não apenas ignora o problema como, se aplicada, o aprodunda.
É um caso de notável miopia e descolamento da realidade.
Em nenhum momento no programa Aécio usou a expressão “desigualdade social”, como se fôssemos uma Noruega ou uma Finlândia.
Na falta de ideias concretas, ele recorre a platitudes. Falou mais de uma vez no “aparelhamento” do Estado pelo PT.
Ora, que partido em todo o mundo ocupa os cargos públicos com pessoas de outros partidos?
Isso não acontece nem na Escandinávia.
No próprio PSDB, Serra deu cargos a Soninha e filhas no governo paulista. Em uma semana, a pedido do então impoluto senador Demóstenes Torres, Aécio, então governador de Minas, arrumou um emprego na máquina mineira para uma sobrinha de Cachoeira.
FHC deu um cargo vital em seu governo – diretor da Agência Nacional do Petróleo – a seu genro David Zylbersztajn. Bastou Zylbersztajn se separar da filha de FHC para sua posição na ANP ficar insustentável.
Outra platitude é “ética” – o último refúgio dos conservadores brasileiros desde a UDN de Carlos Lacerda.
Aécio, no Roda Viva, mais uma vez trouxe a “ética” ao debate. Ora, se não fosse um programa chapa branca, alguém lhe perguntaria: “Senador, como seu partido concilia ética com a permanência por tantos anos no Tribunal de Contas de SP de alguém como Robson Marinho mesmo depois de ser fartamente comprovado que ele se locupletou com propinas?”
Talvez Aécio pudesse ser convidado por algum jornalista ali no programa também a dizer algumas palavras sobre a conhecidíssima, mas jamais coberta decentemente pela imprensa, compra de votos no Congresso para que FHC pudesse se reeleger.
Mas não foi isso que se viu.
Sem que lhe fosse perguntado, Aécio se declarou contra a regulação da mídia, que chamou pejorativamente de “controle social”.
Ali mais uma vez ele mostrou que confia que o apoio dos barões da mídia – a voz do 1% — vai levá-lo longe na disputa pela presidência.
Ele parece esquecido do que aconteceu com seu antecessor na disputa presidencial, Serra. A despeito de todo o apoio -–que culminou no antológico Atentado da Bolinha de Papel do Jornal Nacional – a expedição terminou em lágrimas e em ruínas, à míngua de votos.
Serra entrou nas campanhas certo de que subiria a rampa do Planalto pelas mãos dos amigos donos das empresas jornalísticas e terminou batido até na tentativa de ser prefeito de São Paulo.
Aécio pode seguir um percurso parecido em sua Minas, pelo jeito como vem se comportando.