sexta-feira, 8 de abril de 2016

INFORMAÇÃO, CAPACIDADE DE PENSAR!!! DUAS COISAS TÃO DIFÍCEIS DE SE COLOCAR NAS CABECINHAS DA NOSSA GENTE.

http://www.tijolaco.com.br/blog/barbara-gancia-perdeu-o-emprego-mas-nao-perdeu-capacidade-de-pensar/

Barbara Gancia perdeu o emprego, mas não perdeu a capacidade de pensar. E de falar

gancia
Não entrei no comentado assunto de hoje, da demissão da colunista Barbara Gancia por, segundo diria ela, ter sido “desaconselhada” a criticar Eduardo Cunha por suas ligações com a Band ou, segundo a Bandeirantes, por “corte de despesas” porque aprendi, faz muito tempo, que o patrão faz o que quer, se os jornalistas não reagem – e faz tempo que não reagem – coletivamente.
Sempre fizemos e, mesmo dentro de O Globo, nos tempos da ditadura, não era fácil promoverem-se “castigos” individuais sem mexer com toda a Redação. Tempos depois, li isso em tintas mais carregadas, com a peça “A Noite”, de José Saramago, sobre os  ecos da “Revolução dos Cravos” num imaginário – e tão real – Portugal salazarista.
Agora entro com o essencial desta história: a personagem.
Barbara gravou um vídeo ontem à noite. Não é um discurso organizado, panfletário. É apenas o despejar de emoções de uma mulher, uma colega de profissão que não está fazendo gênero, não posa de líder, não é panfletária.
É, apenas, sincera. Como se fosse pouco ser sincero, já no terço final da vida, no qual já aprendemos que isso nada nos dará senão paz.
Ela apenas quer dividir o que pensa, o que sofre, o que teme, o que sonha.

O UOL NÃO SABE DE QUEM É O SITE "FOLHA POLÍTICA"? POIS O FERNANDO BRITO, DO TIJOLAÇO MOSTRA. SIMPLES E FÁCIL!! QUANDO SE QUER, UMA NOTÍCIA TEM VERDADE, DO COMEÇO AO FIM!!!

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/04/1758745-papeis-sugerem-acao-de-jbs-contra-jornalista-leonardo-sakamoto.shtml
Destaque meu sobre a "reporcagem" do UOL:
"De autoria desconhecida, o site FolhaPolítica apresenta apenas um e-mail para contato. A reportagem buscou contato por essa via, mas não houve resposta."

http://www.tijolaco.com.br/blog/por-que-folha-nao-diz-que-site-que-recebeu-da-jbs-para-caluniar-sakamoto-e-de-kim-seu-colunista/


Folha não diz que site que recebeu da JBS para caluniar Sakamoto é ligado a Kim, seu colunista. Veja

kimfolhapoliticafriboi
A Folha, hoje, publica matéria dizendo que “documentos produzidos por ordem judicial sugerem que as empresas JBS e 4Buzz promoveram, por meio de anúncio pago no Google, a exposição de um texto difamatório contra o jornalista e ativista Leonardo Sakamoto, da ONG Repórter Brasil e blogueiro do UOL”.
A JBS é a dona da Friboi, aquela que a turma da extrema-direita fica dizendo que “é do Lulinha”, como dizem que o apartamento é do “Lulão”.
Segundo o texto, a história que liga a JBS-Friboi ao ataque ao blogueiro “começou em maio de 2015, quando a página “Leonardo Sakamoto Mente” passou a ser promovida. O link levava o internauta para o texto “Sakamoto recebe mais de R$ 1 milhão para chamar opositores de mercenários, denuncia Luciano Ayan”, abrigado no site FolhaPolítica.org. Sem autoria conhecida nem relação com a Folha, o FolhaPolítica tem 1,1 milhão de seguidores no Facebook. Mescla posts desfavoráveis ao PT com notícias falsas.”
E reafirma que não sabe de quem é o  “FolhaPolitica.org”:
“De autoria desconhecida, o site FolhaPolítica apresenta apenas um e-mail para contato. A reportagem buscou contato por essa via, mas não houve resposta.”
A Folha só não sabe de quem é o site que foi patrocinado pela JBS para promover difamar  Leonardo Sakamoto por que não quer.
É do seu colunista Kim Kataguiri, aquele que ela diz representar o pensamento da juventude, mas recebe vantagens para atacar quem combate o trabalho escravo.
Aí abaixo está o vídeo, de 2014, em que ele aparece, com nomezinho e tudo, dizendo que o “nosso site” – a FolhaPolítica.org foi “censurado” por conter um vídeo ofensivo aos nordestinos.
Está salvo – para evitar que algum rato suma com ele do Youtube – e dele reproduzo o texto no qual Kataguiri assume a propriedade do site.
A Folha que assuma das duas uma: ou não sabe apurar uma matéria ou está protegendo seu pupilo.



A TÁTICA DE "BATER" (ROUBAR) CARTEIRAS E SAIR CORRENDO E GRITANDO PEGA LADRÃO, ULTIMAMENTE, TEM FUNCIONADO A RODO!!! A DIREITA NÃO TOLERA CONTRADIÇÕES E CALA A BOCA DE TODO E QUALQUER UM QUE OUSE ENFRENTÁ-LA. E QUEM LEVA A CULPA, ATRIBUÍDA POR ESSA MESMA DIREITA, É O PT E A ESQUERDA!!! E TEM GENTE QUE AINDA CAI NESSA ESPARRELA!!! SERIA CÔMICO NÃO SE TRATASSE DO BRASIL E DO QUE ESTÃO FAZENDO COM O PAÍS PARA RETOMAR O PODER!!!

http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/224744/Barbara-Gancia-diz-que-Johnny-Saad-a-demitiu-da-Band-para-proteger-Cunha.htm

quarta-feira, 6 de abril de 2016

"A PIOR INJUSTIÇA É A DA JUSTIÇA" -Ruy Barbosa

O título também poderia ser: "Cria corvos e eles vão te comer os olhos".
Ou: "A maioria dos juízes pensa que é deus! Os outros, tem certeza"!!! 
E, apenas mais uma observaçãozinha:
"Ninguém pode alegar o desconhecimento da lei para o seu descumprimento." 
"Alegar que não sabia de nada (inocente...) não vale."

http://www.tijolaco.com.br/blog/sergio-moro-diz-ao-stf-que-nao-percebeu-de-quem-era-telefone-que-mandou-grampear/ 

Sergio Moro diz ao STF que “não percebeu” de quem era telefone que mandou grampear

morotel
Não se sabe se o juiz Sérgio Moro quis dizer ao Supremo que é desidioso, irresponsável ou cara de pau.
O fato é que ele mandou ontem ao STF um ofício dizendo que “não percebeu” que um dos telefones que mandou grampear era o Pabx de 25 ramais do escritório do advogado de Lula – e de vários outros profissionais e clientes .
Curiosa explicação porque, mesmo que o MP tenha informado erroneamente, Moro recebeu dois ofícios da Telefônica com a informação de que, entre os telefones interceptados estava o do escritório de advocacia: um no dia 23 de fevereiro e outro a 7 de março.
Com nome, CNPJ e endereço, claríssimos.
Aliás, nos próprios oficios a Telefônica coloca à disposição do juízo – como deve ter feito nas centenas de grampeamentos ordenados por Moro – o seu “Portal Jud”, que permite “via web,24 h por dia” o acesso aos dados cadastrais de qualquer telefone.
E nos cadastros da empresa, o telefone é do escritório de advocacia.
Se Moro diz a verdade, seu Juízo está sendo, no mínimo, desidioso, por é providência básica, com a comunicação da empresa de telefonia, verificar se os números grampeados são daquelas pessoas a que foram autorizados espionar. Se houve um desvio, ou um erro ou, até, a inclusão de um número “contrabandeado”entre os interceptados, sem conferência, isso seria possível e impune.
Irresponsável, pois se trata de um direito fundamental – a privacidade das comunicações – cuja violação judicial é excepcionalíssima e obrigatoriamente cerca de todos os cuidados.
Mas a pior parte do ofício ainda está por vir.
É aquela em que Moro diz que mesmo tendo determinando a escuta “sem perceber”, poderia tê-lo feito, porque o advogado de Lula é, para ele, investigado. Ora, a interceptação do terminal do escritório do advogado foi feita antes desta ordem e, portanto, é ilegal.
Mais, Moro diz que ” não há nos relatórios de interceptação da Polícia Federal, com a seleção dos audios relevantes, diálogos interceptados a partir do referido terminal” mas, logo adiante, no ofício, ressalva  que caso “eventualmente existam diálogos interceptados no terminal x , não foram eles tornados públicos e, caso, inadvertidamente, tenham, de fato, sido interceptados diálogos de outros advogados, que não o investigado Roberto Teixeira, eles se submeteriam ao procedimento de inutilização do art. 9º da Lei nº 9.434/1997.”
Como assim, Dr. Moro, há, não há ou o senhor não sabe o que está no processo?
Pretende que o Supremo acredite nisso, depois que ficou sabendo que o senhor intercepta Deus e todo mundo e divulga, a toque de caixa, tudo aquilo que pode gerar impacto político?

DA SÉRIE: "ISTO NÃO VEM AO CASO"! MAS QUE TAMBÉM PODERIA SER: "QUINHENTOS PESOS E OITOCENTAS MEDIDAS"! OU AINDA: "HIPOCRISIA SAFADA DESSA ELITE PANELEIRA"! OU QUEM SABE: "ACORDA BRASILEIRO, QUEM TE ROUBOU MAIS E MAIS QUE NINGUÉM, ESTÁ SAUDOSO DE TE ROUBAR MAIS"! OU, FINALMENTE: "ME ENGANA QUE EU GOSTO"! PARTE 1.234.875!!!

Eu sinceramente não acredito, mas, eventualmente, alguém que leia esta matéria pode ser um daqueles preguiçosos que se contentam com a "manchete".
Então, destaco:
"...reafirmar que esse caso escabroso, narrado lá em cima, ocorreu na era do impoluto Fernando Henrique Cardoso. Sabe qual emissora de televisão de maior audiência? TV Globo. Sabem quem era o doleiro? Alberto Youssef. Sabem quem era o juiz? Sérgio Moro."

http://www.ocafezinho.com/2016/04/06/bilhoes-de-dolares-e-uma-conta-chamada-tucano/

Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano


dólares cafezinho
Por Armando Rodrigues Coelho Neto, no GGN:
Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história.
Também meio antes, durante ou depois - a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais.
Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google para entender melhor essas tais contas.
A PF descobriu que o dinheiro passava por Nova Iorque (EUA), uma roubalheira que apesar de gigante, seria apenas a ponta de um iceberg. Entre os suspeitos estavam empresas financiadoras de campanha, alto empresariado em geral e membros da alta cúpula do governo brasileiro da era Fernando Henrique Cardoso.
O rombo era tamanho que os promotores americanos, abismados com o volume de dinheiro que havia transitado por aquela cidade, quebraram sigilo bancário em Nova Iorque. A equipe da PF foi reconhecida e ganhou a simpatia até do enfadonho e burocrático Banco Central (EUA), além da FBI (Polícia federal americana).
O mecanismo descoberto era e é um traçado muito bem articulado, de forma que os verdadeiros nomes dos titulares não possam aparecer. Desse modo, num passe-repasse, plataformas financeiras e coisa e tal, os trabalhos para ocultação envolvem ou envolveriam até cinco camadas ocultadoras.
Com esse grau de sofisticação, investigar seria percorrer o complexo caminho inverso, mergulhar nas tais camadas, até que se chegar aos verdadeiros titulares do dinheiro.
Estava tudo tão bom e tão bem protegido, que a prática consolidou-se, e como a corrupção no País é endógena, além de “lubrificar economias” (a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico - OCDE que o diga!) as ratuínas foram abrindo a guarda. Com impunidade garantida, alguns grandes nomes relaxaram e apareceram por descuido.
Haja descuido! Surgiu até um óbvio - “Tucano” e um aleatório “Serra”. Tão óbvio que deixou perplexo não só o delegado que coordenava o trabalho, mas também os procuradores. Mero ato falho e primário, em tempos de abertura de guarda, de “engavetadores gerais da República. Tempos de gente honrada e das panelas silenciosas, da dita “grande mídia” calada, dos arautos da moralidade hodierna.
Há uma entrevista no Youtube com o delegado federal José Castilho Neto, coordenador da Operação Macuco. Sem fulanizar ou partidarizar, ele reclama da oportunidade aberta e perdida, naquela época, para o enfrentamento da banda podre, seja da política, seja do empresariado. O Cônsul do Brasil, que trabalhava em Nova Iorque, teria dito para as autoridades americanas que a cabeça do delegado Castilho “estava a prêmio”. Só não disse quem seria o pagador, se os protegidos ou os protetores.
Castilho foi afastado. E o leitor a essa altura deve estar se perguntando: por que esse saudosismo tanto tempo depois?
Primeiramente para lembrar que a podridão de antes não inocenta ninguém. Mas serve pra provar a hipocrisia dos que hoje posam como arautos da moralidade. Mostra o cinismo dos paneleiros e demonstra com cristalina clareza a postura golpista da dita “grande imprensa”.
Em segundo lugar, para não ter que retornar aos tempos do Brasil Colônia ou da mordaça da ditadura militar, eu simplesmente gostaria de reafirmar que esse caso escabroso, narrado lá em cima, ocorreu na era do impoluto Fernando Henrique Cardoso. Sabe qual emissora de televisão de maior audiência? TV Globo. Sabem quem era o doleiro? Alberto Youssef. Sabem quem era o juiz? Sérgio Moro.