terça-feira, 10 de dezembro de 2013

ISSO NÃO VAI TE AFETAR DIRETAMENTE... E EU ESPERO, SEM MUITA SINCERIDADE, QUE NUNCA O AFETE, NEM A SEUS QUERIDOS! MAS, É BOM FICAR LIGADO.

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2013/12/efeito-joaquim-barbosa-preto-e-pobre-condenado-sem-provas-2524.html
PRECEDENTES

Efeito 'Joaquim Barbosa': preto e pobre condenado sem provas

por Helena Sthephanowitz negro na cela.jpg

Depois do mau exemplo dado pelo STF, bastaria a um juiz formar sua própria opinião sobre a culpa do acusado
Quando o Supremo Tribunal Fedeal (STF) condenou sem provas os réus do chamado mensalão, não foram poucos os juristas que alertaram para o mau precedente que se reproduziria nos tribunais do Brasil afora, sobretudo aos suspeitos de sempre: pretos, pobres e prostitutas. Depois do mau exemplo dado pelo STF, bastaria a um juiz formar sua própria opinião sobre a culpa do acusado, buscar na literatura jurídica uma tese para dar lhe respaldo e mandar às favas as dúvidas e a falta de provas conclusivas.
Essa jurisprudência já fez uma vítima. No dia 20 de junho, na maior manifestação de rua deste ano no Rio de Janeiro, o morador de rua e catador de latinhas Rafael Braga Vieira, 26 anos, negro, com duas passagens anteriores na polícia por roubo, foi preso por dois policiais civis, perdido no meio da agitação, saindo de uma loja abandonada onde ele dormia.
Carregava um frasco pequeno de desinfetante de limpeza e outro de água sanitária na mão. Os frascos estariam com pavio de pano semelhante a um coquetel molotov, segundo os policiais e o laudo pericial sobre o material apresentado para análise pelos policiais. Segundo o depoimento de Rafael e da defesa feita pela defensoria pública, os frascos estavam fechados com tampa, sem nenhum pavio na hora da apreensão.
O laudo do esquadrão antibomba da Polícia Civil apontou que um dos frascos tinha água sanitária, sem oferecer nenhum risco. O outro continha álcool, mas "com ínfima possibilidade de funcionar como coquetel molotov” já que estavam em recipiente de plástico inquebrável, atestou o laudo.
A defesa alegou que o acusado, morador de rua e catador de latinhas, sequer tinha o perfil dos manifestantes, sendo menos plausível ainda atribuir-lhe a conduta de radical incendiário. Por fim, lembrou que não se podia duvidar do comprovado comportamento de alguns policiais forjando provas para incriminar inocentes.
Contudo, o juiz Guilherme Shilling Pollo Duarte, ao condenar Rafael a cinco anos de prisão, escreveu "... fiquei convencido de que a imputação veiculada na denúncia merece integral acolhimento... ", um ato falho que guarda alto grau de subjetivismo. Deu mais valor à interpretação dos fatos pela acusação do Ministério Público do que às dúvidas levantadas pela defesa.
Em seus testemunhos, os policiais afirmam que o acusado entrou com uma mochila no prédio abandonado e saiu com os dois frascos na mão. Quando foi abordado o réu não soube explicar o que fazia com os frascos nas mãos, segundo os policiais. Na sentença o juiz conclui: "A negativa dos fatos, pelo acusado (...) evidenciam unicamente uma tentativa desesperada de esquivar-se das imputações formuladas (...), numa clara manifestação do exercício da autodefesa".
Será que se o juiz conseguisse imaginar-se no lugar de um morador de rua, catador de resíduos, com antecedentes criminais, a conclusão seria outra? A autoridade policial e o Ministério Público deixaram buracos importantes na acusação. Por que não apreenderam a mochila para periciá-la? Por que não fizeram uma incursão na loja abandonada para ver se tinha mais material com potencial explosivo?
E como explicar um frasco estar com água sanitária, comprovada na perícia? Se houvesse dolo, ou seja, a tentativa intencional de fazer coquetel molotov, haveria álcool nos dois frascos e não apenas em um. E por que não há nenhuma testemunha no processo que não sejam os dois policiais, se havia tanta gente na rua, para esclarecer se havia ou não o tal pavio na hora da apreensão?
Por tudo isso há uma razoável dúvida nesta condenação de Rafael.
Quando o Ato Institucional nº 5 foi editado, em dezembro de 1968, o então vice-presidente, Pedro Aleixo, foi o único a votar contra. Ao ser questionado se duvidava da integridade do presidente-ditador, general Costa e Silva, para negar-lhe mais poderes, Aleixo recorreu à questão institucional: “Não tenho nenhum receio em relação ao presidente, eu tenho medo do guarda da esquina”.
Pedro Aleixo errou na falta de receio aos ditadores, mas acertou no medo que a ausência de direitos e garantias constitucionais produziria na conduta de autoridades de todos os níveis hierárquicos.
Hoje a história se repete no Judiciário. Quando o STF negligenciou direitos e garantias constitucionais no julgamento do "mensalão" deu a senha para todos os juízes em todos os tribunais das esquinas do Brasil fazerem o mesmo. Liberou geral o "teje preso" para os suspeitos de sempre.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

COPO MEIO CHEIO, MEIO VAZIO; TÁ TUDO MUITO BEM, TÁ TUDO MUITO MAL; SER FELIZ OU SER INFELIZ...REALMENTE, PARECE QUE A ESCOLHA É TODA SUA!


GREGORIO DUVIVIER
A metade do copo
Viajar de avião é uma sucessão de filas: fila do check-in, fila do embarque, fila da imigração, fila do táxi
A viagem foi insuportável. Viajar de avião é uma sucessão de filas: fila do check-in, fila do embarque, fila do desembarque, fila da imigração, fila do táxi. Hoje em dia, pra piorar, você pega um ônibus da sala de embarque até o avião.
Eles não entendem que se você viaja de avião é exatamente porque você não queria pegar um ônibus? A comida do avião, nem precisa dizer, era odienta. Nova York estava um gelo. As ruas são cheias de brasileiro e kombis de cachorro-quente. Parece Osasco. Só que nevando.
Os taxistas são todos paquistaneses ou afegãos e falam inglês pior que você. Passam a viagem falando no celular --em paquistanês ou afegão. E, no final, você tem que dar gorjeta.
No bar é a mesma coisa. A cerveja é quente, amarga, sem colarinho e custa uns 20 reais.
Fora a gorjeta. Voltamos de metrô, que tem um cheiro de cachorro com notas de rato, urina e ovo podre. A única coisa boa é que a viagem foi com a minha esposa. Ela se diverte com qualquer coisa.
A viagem foi uma delícia. Pra começar, viajamos de avião --podia ser de navio, que seria uma opção muito mais demorada.
Como a gente tá acostumado a andar de busão, o pessoal do aeroporto levou a gente num ônibus até o avião, pra transição entre os meios de transporte ser mais amigável.
No avião, linda surpresa: a TAM ainda serve comida! E vinho e sobremesa. Foi um festim.
Chegamos em Nova York. E estava nevando! Foi muito bom pra gente que queria fugir do calor de São Paulo. E quando a gente sentia falta de casa, era só ir ao Times Square. Só tinha brasileiros. E kombis de comida!
Parece a rua lá de casa. Só que nevando! Pegar táxi é uma experiência antropológica. Cada táxi que você entra é uma imersão em uma cultura distante. A trilha sonora não poderia ser melhor: o taxista dirige, invariavelmente, falando ao celular em línguas que você nunca ouviu antes.
Fomos a um bar delicioso, que teve a ideia brilhante de servir a cerveja um pouco mais quente pra contrabalançar o frio que estava lá fora. E sem o colarinho, que é um desperdício de cerveja. E a cerveja tem gosto, ao contrário das brasucas.
Valeu cada centavo. Na volta, pegamos um metrô. Isso é surreal: eles têm metrô! E funciona até tarde. E passa na cidade toda. E o cheirinho me lembrou do Jorge, nosso bassê.
Quase chorei de saudade. Não sei se o meu marido gostou. Acho que ele preferia ter ido sozinho.

domingo, 8 de dezembro de 2013

O BRASIL DE FATO NÃO PASSA NA GLOBO, NEM NA "MÍDIA AMESTRADA". O BRASIL DA "IMPRENSA AMIGA" É O BRASIL DOS TOLOS! VEJA UM POUCO DO BRASIL REAL!!!

http://tijolaco.com.br/blog/?p=11157

Jornalista da Folha conclama colegas a conhecer o Brasil

8 de Dezembro de 2013 | 15:11 Autor: Miguel do Rosário
grafico_bolsa_familia
É tão raro, mas tão raro, encontrar na imprensa alguma referência positiva a programas sociais do governo federal, que levei até um susto quando topei com esse artigo de Vinicius Torres Freire. Na verdade, é difícil encontrar até mesmo alguma referência, positiva ou negativa, aos programas. No entanto, são eles que explicam as vitórias petistas nas últimas disputas presidenciais, com chance de outra em 2014.
Freire revela que, ao fazer uma viagem pelo interior do país, se surpreendeu ao se deparar com programas sociais de qualidade.
O jornalista então lembra que os programas sociais federais vão muito além do bolsa família. Há programas para ajudar no transporte escolar, programas de microcrédito para pequenos empreendedores, financiamento para agricultura familiar, e cursos profissionalizantes, como o Pronatec. Alguns já existiam antes de 2003, mas com valores irrisórios. Foi o PT quem lhes deu escala, em quantidade e qualidade.
O papel de Dilma Rousseff tem sido extremamente importante neste sentido, porque o seu governo, pese todos os inúmeros problemas que enfrenta, ampliou de maneira formidável os investimentos em programas sociais.

NÃO É SOBRE O MENSALÃO. É SOBRE O MODO PARTICULAR DO STF, GILMAR, AYRES E PRINCIPALMENTE O JOAQUIM BARBOSA FAZEREM "JUSTIÇA"!

http://tijolaco.com.br/blog/?p=11141
"Pelo visto, alguns magistrados são platônicos e gostariam de banir a democracia para sempre."

O golpe de Joaquim Barbosa

8 de Dezembro de 2013 | 12:19 Autor: Miguel do Rosário
Golpe
Esse artigo de Maria Sylvia Carvalho Franco traz uma denúncia muito grave. Na verdade, reforça o que tanta gente vem afirmando, há tempos. Que não só o julgamento da Ação Penal 470 foi um “ponto fora da curva”. A execução também se revelou arbitrária. A teoria do golpismo evoluiu bastante de 1964 até hoje. Não há mais necessidade de tanques nas ruas. No lugar de generais, juízes. No lugar de vitórias eleitorais, decisões monocráticas. No lugar de pau-de-arara, tortura midiática. O objetivo, no entanto, permanece o mesmo: sabotar a soberania popular e criminalizar a política e o processo democrático em prol de interesses de determinados grupos de pressão.
Insólitas prisões
Por Maria Sylvia Carvalho Franco *
Texto publicado na seção de Tendências / Debates, da Folha, em 08/12/2013
“Quatro da madrugada: instante entre a noite e o amanhecer, quando as decisões lá no topo já se firmaram, quando o que deverá acontecer já aconteceu. Alguém bate à porta, urgente. Quem é? Não se sabe.”
Com essa matriz política, Jan Kott abre sua reflexão sobre o golpe de Estado urdido em “Ricardo 3º”, peça em que a violência dilacera as tramas do cotidiano: súbito, a força física e a intimidação moral irrompem nos afazeres, no lazer, no sono. “Quem dentre nós, pelo menos uma vez na vida, não foi assim despertado?” O ensaio de Kott sobre “Ricardo 3º” faz dessa figura uma grande metáfora da “húbris” política, desvelando a essência do ato despótico e sua perene ameaça.
Assistimos, aqui e agora, à reiteração dessas práticas. As detenções dos réus da ação penal 470 ocorreram após um processo transparente, mas o foram com bizarria do prisma ético. Sua imposição intempestiva, em longo feriado, valeu-se do emblemático Dia da República e da suspensão, no calendário, de três dias úteis. Pergunta-se o porque da pressa: Joaquim Barbosa valeu-se do recesso para decidir sozinho, ignorando seus pares?

SOBRE EMPRESAS E CONTAS NO PANAMÁ, A "IMPRENSA AMIGA" SÓ TE DEIXOU SABER DO "HOTEL DO ZÉ DIRCEU", NÉ? ACONTECE, QUE PUXANDO A FITA, VEM O PAI DO EDUARDO PAES, A EDITORA ABRIL COM A VENDA DA TVA E ATÉ A EMPRESA "ESQUISITA" DE DOIS DOS IRMÃOS MARINHO, AQUELES, DONOS DA GLOBO... ISSO É INFORMAÇÃO OU DEFORMAÇÃO???

http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/123317/Gaspari-repercute-conta-no-Panam%C3%A1-do-pai-de-Paes.htm